sábado, 18 de janeiro de 2014








A necessitar de vender para equilibrar as suas contas, o Benfica vê-se agora colocado perante um dilema que se situa entre não mexer mais na estrutura que lidera a Liga ZON Sagres sob pena de uma vez mais perder a conquista da prova, que já escapa há praticamente quatro anos, ou continuar a transacionar elementos valiosos e assim preencher ainda mais os seus cofres com ganhos sempre importantes.


Para começar o mercado de Inverno, os encarnados permitiram duas saídas, uma delas por um elevadíssimo montante e outra numa cedência temporária que se espera definitiva nos próximos meses, passando pelas transferências de Nemanja Matic para o Chelsea e Ola John para o Hamburg.



Neste caso, as duas vagas implicam diferentes necessidades, sendo que as boas relações entre ambos os clubes poderiam trazer negócios de ocasião proveitosos para as águias, uma vez que por verbas pouco avultadas poderiam chegar reforços para o futuro, encontrando-se nas fileiras dos blues jovens com potencial como Gael Kakuta e Ruben Loftus-Cheek.



Mercado poderá ainda levar Garay, Gaitán e Rodrigo.



Começando por Kakuta, este poderia ser um ‘herdeiro natural’ de Ola John, passando pela saída em definitivo do holandês no final da época para eventualmente entrar um jogador com as suas características, mais barato e que poderia procurar baralhar as já complicadas contas de Jorge Jesus para a sua posição, até porque Nico Gaitán possui também muito mercado…



Passando para Loftus-Cheek, aconselho vivamente a visualização de vídeos sobre este jogador que pela sua tenra idade teria forçosamente de passar pelo Benfica B. Disse recentemente Jesus que encontrar um jogador semelhante a Matic é algo de extremamente raro – pois bem, o inglês possui uma estatura parecida e um domínio de bola invulgarmente evoluído para um jogador com as suas características físicas, evoluindo também em terrenos mais adiantados, como sucedia com… Matic antes de chegar à Luz.



Se tal suceder, o Benfica terá de procurar alternativas fora de portas.



As invulgares capacidades deste possante e muito tecnicista médio chamaram já as atenções do Barcelona, o que deveria elucidar os responsáveis encarnados quanto à qualidade do jogador que poderia reforçar uma equipa que poderá ainda perder Ezequiel Garay, uma saída que tornaria obrigatória uma investida pelo mercado, uma vez que parece evidente que Steven Vitória, Jardel e Stefan Mitrovic não garantem a mesma qualidade. Luís Neto seria uma excepcional opção.



Por fim, o ataque. Tal como Gaitán e Garay, Rodrigo seria outro dos jogadores que a lógica afastaria de uma venda. No entanto, caso tal venha a suceder, o Benfica possui duas alternativas interessantes, o espanhol Alvaro Morata e o belga Michy Batshuayi. 



Caso a opção recaia pelo segundo, será recomendável um período de ambientação que faria com que começasse por situar-se abaixo do também promissor Funes Mori na hierarquia. Resumindo, se o mercado levar, também terá de trazer, para que os resultados não se ressintam.



Texto: Rafael Batista Reis.
Imagem: D.R.
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ESTÁGIO DE EXCELÊNCIA PARA OS GUARDA-REDES.

Decorreu um interessante estágio promovido pela Escola de Guarda-Redes João Santos.

Como seguimento de um trabalho de qualidade que decorre desde há algum tempo a esta parte, o que motivará com brevidade um texto sobre esse tema por parte do NOVA ACADEMIA DE TALENTOS, teve lugar o 1º Estágio De Guarda-redes da Escola de Guarda-redes João Santos.

O estágio contou com a presença de 40 atletas e um corpo técnico composto por 5 treinadores, tendo ainda sido convidados 9 treinadores de guarda-redes e 3 guarda-redes de alta competição para uma sessão de trabalho que era divida em 4 fases. Na primeira, os atletas recebiam o feedback para o dia de treino, sendo que na segunda eram feitos jogos lúdicos como forma de aquecimento e que estavam sempre relacionados com os exercícios a abordar. 

Jovens guarda-redes tiveram a possibilidade de conviver com especialistas do futebol profissional.

A terceira fase era aquela que mais se focalizava o estágio. Divididos em 6 grupos, diferenciados pelos vários escalões, os atletas iam passando conjuntamente com o seu grupo por cada uma das estações que se tratavam de um exercício distinto com uma finalidade diferente em cada um deles. Cada grupo, consoante o seu escalão, teve a intensidade e complexidade que mais se adequaria à faixa etária. 

Na quarta fase era dado o feedback aos grupos, e no qual em cada dia a Escola teve a possibilidade de receber um convidado especial, o que possibilitou a entrega de umas luvas autografadas a um dos atletas. No último dia, realizou-se um sorteio de luvas de guarda-redes profissionais, e que foram aceites com bastante entusiasmo por parte dos atletas.


Como desfecho, não existem quaisquer erros ou falhas a apontar e o feedback recebido por parte de todos os envolvidos, desde pais, treinadores, e os próprios atletas foi bastante positivo, sendo que o estágio contou com atletas de vários clubes, inclusivamente uma escola de guarda-redes que viajou propositadamente desde o Algarve para fazer parte do estágio. 

Texto: Rafael Batista Reis.
Imagem: D.R.
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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014



LEIXÕES FOI PORTA PARA ALGUNS?

Poderão abrir-se as portas do onze do Benfica para aqueles que mais brilharam contra o Leixões.

Para uns, a Taça da Liga não tem qualquer serventia; para outros, será mesmo uma verdadeira janela de oportunidade. Que o digam alguns jogadores do Benfica, nem todos, é certo, que alinharam a meio da semana num encontro que competitivamente e em termos de assistência nas bancadas da Luz terá sido de somenos importância mas que poderá para alguns casos ter aberto as portas da titularidade.

Nem mesmo o estatuto secundário do visitante Leixões retira o mérito a algumas prestações que ficaram a ‘pedir’ continuidade na próxima recepção ao Marítimo, que terá lugar já no final da tarde de Domingo, mas por outro lado terá deixado evidente que em algumas posições os titulares estão e estarão completamente definidos até ao final da temporada, como parece ter mesmo sido o caso da baliza, que parece cada vez mais de Jan Oblak.

Habituais componentes da defesa continuam sem ter o lugar em risco.

A defesa parece outra certeza – nenhum dos elementos que compôs o sector defensivo mostrou ter argumentos para destronar aqueles que habitualmente têm ocupado esses lugares, pelo que contra os insulares o quarteto formado por Maxi Pereira e Guilherme Siqueira nas laterais e a dupla de centrais formada por Luisão e Ezequiel Garay parece de pedra e cal.

Reside no meio-campo a grande dúvida: como solucionar a saída de Nemanja Matic? Parecem abrir-se vários cenários, centrando-se em três nomes para apenas dois lugares, passando a dúvida pela escolha pela manutenção do estratagema predefinido com a presença daquele que posicionalmente parece mais habilitado para o lugar, Ljubomir Fejsa, a continuidade na aposta de um titular quase indiscutível como Enzo Perez ou o lançamento de um dos melhores em campo nesta quarta-feira, Rúben Amorim.

Ivan Cavaleiro poderá ultrapassar um Gaitán que ainda poderá vir a sair.

Passando do meio para as alas, o lado direito deverá ser preenchido por um dos elementos em melhor forma no momento, o talentoso Lazar Markovic; quanto à esquerda, passou a estar em dúvida, podendo Jorge Jesus colocar-se em dúvida e poder manter entre os eleitos o também jovem Ivan Cavaleiro pela excelente resposta dada ante o Leixões em detrimento de um habitual titular como Nico Gaitán, que até poderá estar de saída.

Para terminar, no ataque não deverão existir ilusões, sabendo-se que ainda sem Oscar Cardozo os dois lugares serão pertença da dupla de Rodrigos, Lima e Rodrigo Moreno, até porque a meio da semana tanto Filip Djuricic como Funes Mori pouco mais demonstraram do que pormenores. Pouco, para já, para que se candidatem ao lugar de titular.
  
Texto: Rafael Batista Reis.
Imagem: DR.
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FONSECA APENAS INTERROMPEU A CRUZADA.

No rescaldo da derrota na Luz, Paulo Fonseca centrou-se no optimismo.

Após a realização do clássico, para além da unanimidade sobre a melhor prestação por parte do Benfica e as críticas generalizadas ao trabalho da equipa da arbitragem, circulava também algum espanto e até admiração em relação à postura de Paulo Fonseca após a visita do FC Porto ao Estádio da Luz.

Realizado o encontro e confirmada a derrota dos azuis-e-brancos, do discurso do treinador destacava-se a sua “confiança cega” em como ainda se sagrará campeão nacional e acima de tudo que quanto a esta edição da Liga ZON Sagres “isto ainda não acabou, acredito que vamos recuperar deste atraso.”

Afinal, o ‘Intervalo’ nas críticas à arbitragem por Paulo Fonseca foi curto.

Posto isto, várias foram as declarações de apoio, incluindo da parte do conhecido adepto do Benfica João Gobern Sotto-Mayor, que no programa televisivo ‘Trio D’Ataque’ afiançou mesmo que “acho que Paulo Fonseca teve uma dignidade extraordinária, não se defendeu com arbitragens nem quaisquer outras incidências.

Com o passar dos dias, e com a realização do encontro frente ao Penafiel a contar para a Taça da Liga, a reacção do técnico, ainda assim, foi mudando, assim como as suas declarações públicas sobre a arbitragem, acabando por confessar que a ausência de palavras sobre esse tema no último Clássico foi mesmo propositada de forma a perceber que mais ninguém comentaria o assunto caso o FC Porto não proferisse qualquer comentário. Pode assim dizer-se que a pausa foi curta…

Críticas abertas aos árbitros surgem numa fase em que os dragões lutam para reaver a liderança.

Segundo Paulo Fonseca, existirá uma “pressão concertada” sobre os encontros e resultados do FC Porto com o intuito de negar ao actual tricampeão nacional a liderança da Liga, passando de silencioso a acusador numa altura em que os portistas procuram reaver esse lugar.

Com efeito, será assim de esperar que esta atitude seja para continuar, até porque será efectivamente o ‘espírito de cruzada’ que o técnico tem assumido de há alguns meses a esta parte, faltando apenas perceber quais os efeitos desportivos adjacentes a essa opção.

Texto: Rafael Batista Reis.
Imagem: DR.
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TADIC COM VALIA PARA O BARÇA.

Barcelona acompanha Dusan Tadic, que poderá ser uma opção válida na equipa.

Segundo informações bem colocadas no Brasil e na Holanda, o Barcelona pondera avançar para a contratação do versátil Dusan Tadic, que alinha pelo Twente e convive diariamente com um técnico que fala português, Alessandro Schoenmaker, brasileiro que há algum tempo assiste ao trabalho que o atleta desenvolve no clube holandês.

Colocado perante a possibilidade de ver sair uma das maiores figuras do clube de Enschede, o técnico optou por descrever as qualidades do craque que, segundo apura o NOVA ACADEMIA DE TALENTOS, continua a ser pretendido pelo Barcelona e que conquistou por completo a atenção do brasileiro que trabalha a sua condição física. 

Talentoso jogador tem sido figura de destaque na Liga holandesa.

A qualidade técnica do talento da selecção da Sérvia impressiona Ale Schoenmaker, que se encontra há dez anos na Europa e enquanto preparador físico da equipe traçou o perfil do jogador que evolui como médio e tem sido a grande figura que encaminha o Twente a uma boa temporada na Eredivisie.

"O Tadic é um dos melhores profissionais com quem trabalhei. O último jogador a ir para casa. Sempre antes e depois dos treinos trabalha na academia. Espelho para os jovens jogadores, pela disciplina e vontade de vencer. Força e estabilidade são os seus pontos fortes.” 

Preparador físico que acompanha Tadic desfaz-se em elogios às suas capacidades.

“Em situações 1x1, de costas para o adversário fica quase impossível de tirar-lhe a bola. Acho difícil ele sair agora, mas no futebol tudo é possível", descreveu Schoenmaker à agência de imprensa que o representa, a Assessoria P2.

Até ao final da janela de transferências se saberá se Tadic, que evolui preferencialmente enquanto extremo mas dispõe de uma visão de jogo que o torna capaz de alinhar como médio ofensivo, mudará de preparador físico, deixando Alessandro Schoenmaker e o Twente para passar a representar o todo-poderoso Barça.

Texto: Rafael Batista Reis.
Imagem: Divulgação/ Assessoria P2.
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quinta-feira, 16 de janeiro de 2014




MATIC DEVERÁ SER A ÚNICA MUDANÇA.

Não se esperam grandes mudanças no Benfica após a saída de Nemanja Matic.

Dias antes de sequer saber que deixaria de contar com os présrtimos de Nemanja Matic, que saiu para o Chelsea a troco de 25 milhões de euros, Jorge Jesus tornou pública uma frase que deverá mesmo ser o mote para o que falta disputar-se esta época na Luz.

Na altura, e nesse caso para garantir que a morte de Eusébio não seria encarada como uma responsabilidade acrescida para os encarnados, o treinador afirmava que “a nossa responsabilidade é a mesma, de vitória”. Tal como nessa altura, para fazer frente ao cenário de perda que se vivia, neste caso não se trata de uma morte mas sim o final de uma era no meio-campo com a saída de Matic. Tal como no último fim-de-semana, será com a cultura de vitória que a equipa responderá às adversidades.

Sem Matic, Fejsa assume-se como o seu substituto directo.

Desta forma, e como as últimas semanas indicam  uma fase muito positiva para o clube em termos de resultados, não se prevê que o onze-base da turma benfiquista venha a sofrer muitas alterações. Aliás, apenas se deverá dar lugar a uma, e neste caso uma troca directa- com a saída de Matic, o lugar que ocupava será assim ocupado pelo seu substituto natural.

Com efeito, não parece previsível um cenário de mudança em relação ao habitual 4x4x2 implementado por Jorge Jesus, que ao não poder recorrer ao mais recente reforço do Chelsea abrirá espaço à natural hierarquia do seu grupo de trabalho e fazer entrar Ljubomir Fejsa.

Caso Fejsa cumpra a sua tarefa na perfeição, muito provavelmente o Benfica chegará ao título.

Na Luz desde o último Verão, Fejsa será o mais do que provável titular na posição 6, formando dupla com outra peça actualmente vista como insubstituível na equipa, o argentino Enzo Perez, com o qual uma dinâmica perfeita poderá garantir a conquista do título nacional às águias.

Assim, o meio-campo benfiquista completar-se-á não só com Fejsa e Enzo em dupla na intermediária mas também com a companhia de Nico Gaitán e Lazar Markovic pelas alas numa aliança ‘servio-argentina’ cujos resultados serão avaliados nas próximas semanas...

Texto: Rafael Batista Reis.
Imagem: D.R.
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terça-feira, 14 de janeiro de 2014




ÁGUIA VIROU A PÁGINA, SOB TODOS OS SENTIDOS.

Vitória sobre o FC Porto poderá ser entendida como um virar de página para o Benfica.

Como é sabido e foi de forma unanimemente lamentada, Eusébio já não se encontra entre nós. Faltava ao Benfica homenagear o Rei também em campo depois de o ter feito com saudade e sentimento com uma belíssima coreografia durante a qual o ‘speaker’ do Estádio da Luz, provavelmente de forma inadvertida, declarou a frase que marcou a recepção ao FC Porto e quem sabe o futuro do clube: ‘Benfiquistas, vamos virar a página’.

Mais do que o simples gesto de virar o lado negro da cartolina para dar lugar ao vermelho e branco, virar a página passou a ser o mote sob diversos aspectos numa partida que começava por ser destaque pela hora a que foi disputado, pelas quatro da tarde.

Importava ‘virar a página’ a Eusébio. Com efeito, houve lugar a um sentido minuto de silêncio respeitado por todos os benfiquistas, agentes do jogo, jornalistas… e quase todos os portistas. Apesar dos esforços dos mais influentes elementos das claques do clube da Invicta, mesmo assim se ouviram (poucas) vozes  e assobios. 

Rodrigo marcou e mostrou que as suas qualidades podem valer uma táctica.

Para conforto do FC Porto: os energúmenos não têm clube. Ainda assim, a página parece também ter virado na baliza do Benfica, ou não tivesse o anúncio de Jan Oblak como titular proporcionado uma das ovações da chuvosa tarde na Luz. Se não diz tudo, pelo menos muito diz… 

Minutos depois, o jogo e uma melhor entrada em campo por parte da equipa da casa, que, sem surpresa, chega ao primeiro golo com mérito por intermédio de um jogador que se mostrou importantíssimo, Rodrigo Moreno, não só pelo golo que marcou mas também pela forma como assentou na estratégia ofensiva encarnada, tornando assim ainda mais desaconselhável a sua saída numa altura em que se fala com insistência no Zenit.

Com Rodrigo como titular, o Benfica pode também virar a página no aspecto táctico, uma vez que na sua acção de ‘9,5’ faz com que o tão criticado 4x4x2 de Jorge Jesus possa resultar ao invés de assemelhar a uma ideia moribunda, até porque frente ao dragão parece ter funcionado em pleno com a ajuda de unidades como Lazar Markovic, incansável a atacar mas também surpreendentemente firme a defender, e um Enzo Perez cada vez mais fundamental para a equipa.

Três anos depois as águias conseguiam bater o grande rival sem necessidade de sofrer.

Em sentido inverso, os minutos passavam sem que o FC Porto perdesse a intranquilidade, um aspecto visível em todos os jogadores azuis-e-brancos com excepção para Fernando, que apesar da exibição de altíssimo nível não foi capaz de evitar a superior gestão feita pelo Benfica desde a primeira até à segunda metade.

Mais: o banco de suplentes do FC Porto não oferecia outra solução para além de um Ricardo Quaresma sem ritmo competitivo. E assim se assistiu a outro ‘virar de página’, desta feita em termos de resultados entre dragões e águias, que voltavam a vencer o grande rival mais de três anos depois sem necessitar sequer de sofrer face à expulsão de Danilo e a inclusão de Rúben Amorim em campo para ‘fechar’ em definitivo o meio-campo.

Por seu turno, o FC Porto nunca abandonou o conservadorismo. Tanto nas escolhas para a sua equipa titular, que eram previsíveis, como pela forma como abordou o próprio jogo, o que ajudou a que, onde quer que esteja, Eusébio tenha sorrido, na companhia de mais 60 mil benfiquistas que assistiam deleitados ao encontro nas bancadas da Luz.

Texto: Rafael Batista Reis
Imagem: D.R.
rafaelreis.rbr@gmail.com