quarta-feira, 8 de outubro de 2014






Enquanto a equipa sénior era derrotada, os Juniores do Benfica demonstravam a sua qualidade perante um Bayer Leverkusen liderado pelo promissor Marc Brasnic, que vem sendo disputado pelas selecções da Alemanha e da Croácia e que colocou mesmo os alemães na frente com um golo apontado através da marca de grande penalidade, onde precisamente as águias desperdiçaram uma oportunidade soberana através de Diogo Gonçalves.

Dotados de bons valores como o central Ricardo Carvalho, o médio centro Renato Sanches e o extremo Romário Baldé, os encarnados lograram dar a volta ao resultado com destaque para o criativo João Carvalho, que contribuiu para o 3-2 final com dois tentos apontados.

UEFA Youth League - Grupo C - 2ª Jornada

BAYER LEVERKUSEN
1- Patrick Bade
2- Emil Vincazevic
(9- Timo Barendt, 81)
4- Jannik Schneider
8- Bjorn Rother
10- Marlon Frey ©
11- Benjamin Henrichs
16- Robin Tim Becker
18- Pascal Richter
(24- Yassine Khadradoui, 63)
19- Marc Brasnic
23- Miilan Senic
(21- Andrejs Ciganiks, 61)
25- Ole Paffgen
Suplentes não Utilizados: 12- Maksimiljan Milovanovic, 3- Emre Bavrak, 13- Christian Schmidt; 15- Tristan Duschke,
Treinador: Peter Hyballa

BENFICA:
1- André Ferreira
2- Hugo Santos
3- Ricardo Jorge Carvalho
4- João Lima
5- Yuri Oliveira Ribeiro
6- Gilson Costa  ‘Cobiças’
(14- Pedro ‘Pepê’ Rodrigues, int.)
7- Romário ‘Roma’ Baldé
(15- Kévin Oliveira, 73)
8- Renato Sanches
9- Diogo Gonçalves ‘Diji’
(16- Aurélio Buta, 64)
10- João Carvalho ‘Cigas’
11 - Gonçalo Rodrigues ‘Guga’
Suplentes não Utilizados: 12- Samuel Nóbrega, 13- Rúben Dias, 17- Gonçalo Maria e 18- Hugo Neto
Treinador: João Tralhão

Arbitragem: Dumitri Muntean - Moldávia
Disciplina: Bjorn Rother (28 e 41), Diogo Gonçalves ‘Diji’ (31), Yuri Oliveira Ribeiro (87), Ricardo Jorge Carvalho (90), André Ferreira (94) e Marc Brasnic (94)
Marcadores: Marc Brasnic (21 e 94), João Carvalho ‘Cigas’ (54 e 56) e Romário ‘Roma’ Baldé (72)

terça-feira, 7 de outubro de 2014




Após mais um encontro válido pela Segunda Liga, instado a revelar quais os objectivos do Benfica B para esta época, Hélder Cristóvão acedeu a responder a algumas questões colocadas pela NOVA ACADEMIA DE TALENTOS e optou por garantir que a equipa apenas funciona para lançar os jovens produtos da formação do clube ao invés de oferecer tempo de jogo a jogadores da primeira equipa, questionando mesmo os benefícios dessa última possibilidade.
Rafael Reis: O Benfica B enfrentou dificuldades nas últimas deslocações, nomeadamente na visita ao Oriental. Como analisa esse encontro?
Hélder Cristóvão: Acho que foi um jogo muito bem disputado entre duas equipas que praticaram bom futebol num campo difícil, o relvado estava bastante alto, o que condicionou muito o que trazíamos para o jogo. Acho que os jogadores foram bravos e encararam bem o jogo.
Conseguimos fazer um jogo agradável, as equipas encaixaram bem uma na outra num jogo muito longe das duas balizas no qual não houve grandes oportunidades de golo. Ainda assim acho que as melhores situações aconteceram para o Benfica perante uma boa equipa do Oriental, bem orientada e estruturada e que consegue jogar bem nesse tipo de condições. Estamos realizados, soubemos viver cada momento do jogo da forma como o tínhamos preparado mas não fomos assertivos no último passe.

Faltou-nos algum discernimento nesse capítulo e fomos tentando mudar com as entradas do Nuno Santos e do Romário Baldé no sentido de preparar o golo mas depois tivemos de equilibrar com o João Amorim, a história do jogo resume-se a isso.
Rafael Reis: Disse na última época que a equipa necessitava de melhorar nos jogos fora, ainda é algo que está a procurar nesta nova época. O que falta a este Benfica B para ser tão assertivo fora como é na sua casa?
Hélder Cristovão: Não acho que tenhamos de melhorar assim tanto, com o Oriental tivemos duas situações muito boas paa fazer o golo, mesmo no último minuto o Romário teve a situação para finalizar mas tentou o passe para o colega, nada a dizer, analisamos também essas atitudes, nas situações de 2x1 tem de se saber que tem de se servir o colega. É jogo, temos de estar contentes, foram jogos difíceis e que já antevia como muito complicados contra boas equipas.
Conhecemos o campo do Oriental, tem condições difíceis de se jogar, portanto estamos satisfeitos, quando não se pode ganhar, não se perde, os jogadores em termos de maturidade e crescimento ganham com estes jogos e depois com muitos a chegar das Selecções também acumulam algum desgaste e por vezes é preciso fazer adaptações, como o João Nunes a lateral direito ou o Alexandre Alfaiate a lateral esquerdo. Portanto, é preciso lançar estes jogadores e dar-lhes minutos, o que é o mais importante.

Rafael Reis: A equipa está bem e a época está a correr de feição. Tendo isso em conta, será de esperar nas próximas semanas a inclusão de alguns elementos da equipa principal nesta equipa?
Hélder Cristovão: Para quê chamar jogadores da primeira equipa?

Rafael Reis: A minha questão passava precisamente por aí – com a equipa a funcionar tão bem talvez não seja necessário... O que pensa sobre isso?
Hélder Cristovão: Acho que o projecto do Benfica é o contrário, será um processo de evolução entre os Juniores, passando para a equipa B e depois para a equipa A. Tocando nesse aspecto da passagem dos Juniores para os B e depois para os A, já foram chamados quatro Juniores para convocatórias, o Gonçalo Guedes que é titular, o Romário que joga com muita frequência e ainda o André Ferreira e o Diogo Gonçalves. O plano passa por continuar esta aposta?
É sempre para continuar, o Gonçalo Guedes ainda é júnior, outros ainda o são e essa situação será para continuar, e ainda temos jogadores como o João Nunes, o Alex Alfaiate, Pawel Dawidowicz, o Nuno Santos, que entrou na segunda parte, no seu primeiro ano como sénior. Temos de dar-lhes minutos e estou muito contente com a produção deles. De resto, prefiro analisar um encontro de cada vez.



Ribeiro salvou o ponto

De regresso ao seu reduto, o Oriental procurou entrar forte perante o Desportivo de Chaves, chegando ao remate logo ao minuto inaugural pelo ponta-de-lança Carlos Saleiro, que voltaria à carga apenas cinco minutos depois ao atirar à malha lateral em recarga a uma defesa incompleta do guardião contrário, Paulo Ribeiro, a uma primeira tentativa de Tom.

Apenas por uma ocasião durante a primeira parte a equipa visitante se aproximou das redes lisboetas com algum relevo por uma única vez, numa movimentação de João Mário, e até ao descanso apenas o Oriental voltou a procurar inaugurar o marcador num remate cruzado de Miguel Paixão aos 34 minutos que passou junto ao poste direito.

Da segunda parte praticamente nada se registou em termos de lances de perigo visto que o futebol muito batalhado entre ambas as partes apenas permitiu tentativas tímidas de ambas as partes até que o Oriental procurou um maior risco com a entrada de Mauro Bastos nos minutos finais para formar uma dupla de referências ofensivas na área com Saleiro.

A alteração ofereceria resultados imediatos com a equipa da casa a conseguir as suas maiores ocasiões já em período de compensação, primeiramente num remate de Henrique que ainda embate no travessão e em seguida no lance que antecederia o apito final.

Nessa jogada foi Mauro, em resposta a um canto cobrado por Córdoba pela esquerda, quem arrancou um cabeceamento que apenas não resutou em golo face a uma monumental defesa de Paulo Ribeiro quando o relógio marcava já 95 minutos, o que permitiu aos flavienses segurar a igualdade.

 

Campo Eng. Carlos Salema - Lisboa

ORIENTAL
12- Mota
44-Hugo Grilo
4- Yago Fernandez
20- Daniel Almeida (c)
25- João Pedro
7- Tiago Mota
77- Miguel Paixão
(18- Córdoba, 64)
2- Tom Tavares
17- Leonel
(23- Henrique, 78)
9- Carlos Saleiro
11- Evandro Roncatto
(52- Mauro Bastos, 88)
4x3x3
Treinador: João Barbosa

DESP. CHAVES
84- Paulo Ribeiro
13- João Góis
2- Ícaro Silva
49- Miguel Ângelo
81- Miguelito
21- Luciano Teixeira
6- Raphael Guzzo
(30- Tarcísio Silva, 75)
14- João Patrão
42- João Mário
(17- Arnold Issoko, int)
20- Barry (c)
10- Luís Pinto
(19- João Vieira, 71)
4x3x3
Treinador: Luís Norton de Matos

Arbitragem: Paulo Baptista – Portalegre
Disciplina: cartão amarelo para Luciano Teixeira (29), Evandro Roncatto (36), Tiago Mota (55), Raphael Guzzo (73), Córdoba (75), João Pedro (81)
Marcadores: -.

Figura – Paulo Ribeiro – Desp. Chaves

Sempre que foi chamado a intervir, fê-lo bem e de forma resoluta, tendo sido o grande responsável pela manutenção do nulo para a sua equipa quando na última jogada do encontro arrancou uma defesa sensacional quando os adeptos do Oriental já se aprestavam a celebrar o que seria o golo da vitória

João Barbosa – Oriental

Grande jogo, um grande jogo de futebol mesmo, entre duas equipas com intervenientes que podem perfeitamente estar noutro patamar. Ainda assim, penso que hoje perdemos aqui dois pontos, Estrategicamente a equipa do Chaves procurou fazer mais contenção na primeira parte e surpreender-nos com as trocas que fez na segunda e conseguiram empurrar-nos um pouco, tivemos o jogo mais próximo da nossa área em alguns momentos da segunda parte mas depois rectificamos isso e voltámos a ser a melhor equipa, ficámos por cima do jogo.

Luís Norton de Matos – Desp. Chaves

O Manchester United e o Monaco também deviam jogar melhor, as coisas não acontecem assim e isto não é a PlayStation, as pessoas não podem pensar que tudo se faz em apenas um mês. O facto de já ter orientado grande parte destes atletas em outros clubes pode ter sido determinante para construir este grupo mas acho que foram apenas as circunstâncias que levaram a que isso acontecesse. Acho que este Campeonato tem facilmente oito a nove equipas que lutarão pela subida, e nós procuramos ser uma delas.

Texto: Rafael Batista Reis
Imagem: Óscar Cordeiro (Lusa)

domingo, 5 de outubro de 2014


Martins reforço de peso no Restelo

Sem surpresa, talvez apenas pelo seu ‘timing’ , ou seja, após o encerramento da janela de transferências, acabou mesmo por confirmar-se a saída de Carlos Martins dos quadros do Benfica, onde há muito se encontrava votado ao ostracismo. Agora, com a desvinculação, o médio internacional português conseguiu novo clube para alinhar a partir de Janeiro.

Recorde-se que Martins se encontrava a treinar sem quaisquer perspectivas de utilização apesar de como mandam as regras o jogador estava inscrito pelos encarnados na Liga de Clubes após uma época na qual apenas foi utilizado pelo Benfica B, e isto apenas a partir de Janeiro último, no seguimento de um final de uma temporada 2012/2013 na qual a sua expulsão frente ao Estoril foi para muitos tida como uma das maiores razões para o insucesso do clube da águia na conquista desse título nacional.

Martins não detinha possibilidades de voltar a jogar pelo Benfica

«De pouco vale ao Benfica ser campeão numa época se o FC Porto continuar a ganhar,» afirmou num passado recente a antiga glória do clube António Simões, e vítima dessa pensamento e de algum exagero em torno dessa situação, Carlos Martins não mais foi incluído numa primeira equipa na qual, diga-se, não possuía qualquer hipótese de utilização.

Essa ideia parecia clarificada em especial na corrente temporada, na qual teria na teoria jogadores como os lesionados Ljubomir Fejsa e Rúben Amorim, assim como André Almeida, Enzo Perez, Andreas Samaris, Bryan Cristante, Pizzi e até Anderson Talisca como concorrentes a um lugar na intermediária encarnada.

Face à certeza de apenas treinar até sair, as partes anteciparam o processo

Para agudizar os problemas do centrocampista, nem sequer na segunda equipa teria reservado o espaço para competir, uma vez que o treinador Hélder Cristóvão apenas contempla utilizar jovens jogadores e elementos provenientes da formação do clube. Não fazendo parte de nenhum destes grupos, o médio apenas teria previsto treinar-se... até sair.

Assim, a confirmação da partida de Martins foi confirmada três meses antes, proporcionando-se a sua mudança para o Belenenses, clube pelo qual esteve perto de assinar em Agosto, o que nunca foi negado pela voz do seu treinador, Lito Vidigal, tal como o reconhecimento das suas qualidades. O mercado de Inverno tornará oficial a nova casa do jogador que em tempos representou a Selecção Nacional, e permitirá o regresso à competição.

sábado, 4 de outubro de 2014







A jornada do futebol jovem português encontra pela negativa como grande destaque o Sporting, que foi copiosamente derrotado pelo Chelsea numa tarde de desinspiração colectiva contrastante com uma excelente tarde de Charly Musonda, que deixou mostras de um tremendo potencial.

Sporting 0-5 Chelsea

UEFA Youth League – Grupo G – 2ª Jornada


SPORTING

22- Pedro Silva
2- João Serrano (c)

5- Pedro Ferreira
(19- Bubacar Djaló, 33)
7- José Correia

10- Luís Elói

13- Bruno Wilson
14- Ronaldo Tavares
(17- José ‘Zé’ Postiga, 77)
15- Ivanildo Fernandes
16- Gonçalo Araújo
18- Diogo Barbosa
(8- Rafael Barbosa, 83)
20- Lisandro ‘Lisas’ Semedo
Suplentes não Utilizados: 1- Vladimir Stojkovic ‘Stoj’, 3- Guilherme Ramos, 6- Ruben Varela, 9- Arilton Ebo
Treinador: José Lima

CHELSEA
1- Jared Thompson
2- Fikayo Tomori
(16- Jake Clarke- Salter
3- Ola Aina

4- Andreas Christensen
5- Jay de Silva

6- Charlie Colkett

7- Tammy Abraham
(17- Charlie Wakefield, 53)

8- Ruben Loftus-Cheek

9- Dominic Solanke
10- Charly Musonda
11 – Izzy Brown (c)
(12- Alex Kiwomya, 40)
Suplentes não Utilizados: 14- Ruben Sammutt, 15- Kyle Scott e 18- Isaac Christie-Davies   
Treinador: Adi Viveash

Arbitragem: Jens Maae – Dinamarca
Discipina: Bruno Wilson (18), Dominic Solanke (48), Ronaldo Tavares (49), Ivanildo Fernandes (59), Ruben Loftus-Cheek (69) e João Serrano (79)
Marcadores: Charlie Colkett (3), Charly Musonda (8), Tammy Abraham (25 e 46) e Dominic Solanke (27)

Santos recebido com 'tapete vermelho'
«É melhor rectificar os problemas do que prolongá-los», afirmou Paulo Bento no decorrer do Mundial 2014, sem na altura minimamente esperar que pouco mais de dois meses depois esta expressão seria utilizada... para resolver o seu próprio caso, confirmando-se a sua saída, sem glória e pela ‘porta dos fundos’, apenas alguns meses depois de renovar o seu vínculo com a FPF com lugar a elogios, diga-se, exacerbados por parte do presidente do órgão, Fernando Gomes.

Mais inesperado ainda em relação à saída do técnico nacional foi mesmo o facto de o mesmo ter tido apenas há poucas semanas um visível aumento de poderes, amplamente reforçados com uma passagem para o posto de coordenador para todas as selecções nacionais desde a formação que no fim de contas foi apenas efémera.

Paulo Bento não resistiu à pressão dos problemas de vária ordem

Assim, de um tempo em que parecia ter disponibilidade para discutir com a Comunicação Social a importância de reforçar o jogo interior da Selecção A, Paulo Bento passou a ver o desemprego como realidade.

A impensável e pode mesmo dizer-se, imperdoável derrota de Portugal frente à Albânia teve mesmo o condão de colocar para trás das costas do agora ex-seleccionador problemas como os que viveu no decorrer do Mundial. Acima de tudo, Paulo Bento tinha de gerir a deficiente condição física de Cristiano Ronaldo e ocultá-la dos adeptos, adversários e Imprensa, tendo na altura deixado frases convictas como “quem decide se Cristiano Ronaldo joga ou não sou eu e o departamento médico.”

Desde um Domingo até uma quinta-feira, dia do anúncio do ‘divórcio’ entre ambas as partes, para o treinador importava justificar os maus resultados e principalmente as razões para uma das mais humilhantes derrotas de Portugal enquanto selecção, o que acabou por ser impossível como a sua saída veio mesmo confirmar.

Lugar ainda em vago foi suprido com um acordo com Fernando Santos

Após esta turbulência, o sucessor de Bento será mesmo Fernando Santos, muito embora este técnico esteja ‘limitado’ por uma punição da FIFA que o obrigará a estar afastado do banco de suplentes num período máximo de oito jogos que segundo tem vindo a lume poderá cifrar-se numa marca mínima de dois encontros. Como tal, a suspensão a que Santos se encontra sujeito não constituiu um impeditivo para que a FPF avancasse para a sua contratação.

O histórico joga, de facto, a favor de Fernando Santos, e os resultados também, inclusivamente os mais recentes nos quais o experiente treinador conseguiu qualificar a Grécia para os oitavos-de-final do Mundial mesmo após uma fase de grupos sofrida na qual o apuramento chegou a estar bastante dificultado.

quarta-feira, 1 de outubro de 2014






UEFA Youth League – ronda de terça-feira

Acabou por ser uma tarde negativa para as cores nacionais na jornada de terça-feira da UEFA Youth League, uma vez que tanto FC Porto como Sporting não foram capazes de conquistar a vitória. Quanto aos dragões, lidaram com um conjunto do Shakhtar que protagoniza a actual selecção ucraniana de sub-19, com destaque para os médios Beka Vachiberadze e Viktor Kovalenko, duas das maiores esperanças do país para o futuro.


Shakhtar Donetsk 1-1 FC Porto
UEFA Youth League – Grupo H – 2ª Jornada

SHAKHTAR:
Oleh Kudryk
2- Ihor Kyryukhantsev
3- Danylo Sahutkin
4- Mykola Matviyenko
6- Beka Vachiberadze (c)
7- Denys Arendaruk
8- Viktor Kovalenko
9- Andriy Boryachuk
10- Oleksandr Zubkov
(19- Artem Merkushov, 87)
11- Vasyl Shtander
15- Illia Ichuaidze
Suplentes não Utilizados: 12- Ruslan Yefanov, 5- Volodymyr Grachov, 13- Yuriy Senytskyy, 14- Yaroslav Fursov, 16- Artur Avagimian e 18- Oleksandr Pikhalonok
Treinador: Valery Kryventsov

FC PORTO
1- João Costa ‘Andorinha’
2- Rui da Silva
3- Diogo de Sousa Verdasca
4- Malthe Johansen
5- David Sualehe
6- João Cardoso
7- Sérgio Ribeiro (c)
8- Cléver França
(15- Bruno Xavier Costa, 66)
9- Rui Pedro Sousa
10- Elvis Carvalho
(14- Jorge Fernandes, 79)
11- Rúben Macedo
(17- André Mesquita, 93)
Suplentes não Utilizados: 12- Filipe Ferreira, 13- Fernando Fonseca, 16- José Pedro Leite e 18- Luís Mata
Treinador: António Folha

Arbitragem: Marius Avram – Roménia
Disciplina: Beka Vachiberadze (13), Cléver França (45), João Cardoso (59) e Viktor Kovalenko (90)
Marcadores: Beka Vachiberadze (2) e Rui Pedro Sousa (16)