quinta-feira, 9 de outubro de 2014
Conceição sem margem para cumprir
Como já é sabido no futebol o futuro de um técnico é definido pelos resultados, como acabou por suceder com António Conceição, conhecido no meio como Toni, que foi afastado do comando técnico do Olhanense e substituído nesse cargo por Jorge Paixão.
Curiosamente, o despedimento surge poucos dias depois de ter vencido em Lisboa o Oriental e nessa altura ter deixado em entrevista junto da NOVA ACADEMIA DE TALENTOS a sua esperança de ver fluir os resultados do seu trabalho - o que não chegou a suceder.
Numa fase em que o Olhanense não vinha conseguindo bons resultados, venceu na deslocação ao terreno do Oriental. Como analisa o jogo?
Digo antes de mais que vínhamos de um momento adverso, uma derrota em casa que do ponto de vista psicológico poderia deixar mossa na equipa que teve uma reacção muito positiva frente a um adversário que sabíamos ser difícil, não é fácil jogar nesse campo não só pelo mesmo em si, porque cria muita emoção junto dos jogadores da casa mas também pela equipa do Oriental que sabemos que tem feito bons jogos, temos tido a oportunidade de ter esse conhecimento.
Portanto, passava obviamente por uma pressão estratégica para abordar esse jogo e felizmente para nós conseguimos encará-lo com muita concentração e rigor no plano que trazíamos para este jogo e merecemos essa vitória, penso que na primeira parte podíamos ter praticamente tirado qualquer veleidade ao nosso adversário de poder chegar ao golo e assim regressar ao jogo, poderia ser complicado.
Fizemos uma primeira parte muito boa, escassa no número de golos face às oportunidades que tivemos e depois na segunda gerimos mais do que aquilo que procurámos relativamente ao que fizemos na primeira.
O resultado era obviamente importante para nós, a primeira vitória fora de casa e logo depois de um resultado, como disse, adverso na nossa casa que poderia a nosso ver colocar alguma fragilidade emocional mas sinceramente os meus jogadores responderam a esse momento com um bom jogo e atitude.
É da opinião de que esse resultado só peca por escasso?
Tenho muito respeito pelos meus adversários e o Oriental merece-me muito respeito pois tem feito um trajecto de ascensão. Sabemos do potencial desta equipa que nos derrotou na Taça da Liga num momento complicado para nós na construção do plantel e dos jogadores pelos jogos que têm feito neste Campeonato.
Estar a dizer que podíamos ter ampliado o resultado, sabemos que isso é verdade mas por uma questão de ética não o vou fazer. Digo de uma forma assertiva que foi uma vitória justa da equipa do Olhanense que fez por chegar nesse jogo aos três pontos.
Frente ao Oriental a equipa teve uma prestação muito bem conseguida. Tendo isso em conta e também o facto de na época passada ter descido desde a Primeira Liga, não seria de esperar que o Olhanense tivesse uma classificação melhor do que aquela que tem conseguido até aqui?
Não, se estiver atento ao nosso percurso desde que iniciámos os trabalhos para esta época saberá que não tem sido muito fácil para nós, nas três semanas que tivemos de pré-época andámos a treinar praticamente com nove ou dez jogadores.
Os reforços foram chegando a conta-gotas, não foi?
Os reforços foram chegando, há objectivos que esperamos atingir e apesar de termos somado essa vitória há coisa que temos de melhorar, tivemos nessa partida a estreia do Bazzoffia, que chegou duas semanas antes e mesmo em cima do período de inscrições, ainda não tinha jogado. Isto quer dizer que semana a semana os jogadores foram-se integrando até ao fecho do mercado. Agora fizemos o trabalho que deveríamos ter feito na pré-época.
Temos de ser justos nessa análise, obviamente que esperava ter mais três ou quatro pontos, poderíamos perfeitamente tê-los, posso recordar as oportunidades que nos jogos contra o Feirense e o Covilhã desperdiçámos e deveríamos ter ganho esses jogos, na Feira marcámos dois golos e falhámos tantos quantos contra o Oriental e isso traduzir-se-ia em pelo menos quatro pontos e uma situação muito mais vantajosa em termos de tabela classificativa.
Agora, os campeonatos fazem-se com regularidade e sei do meu trabalho referentemente às chegadas tardias dos jogadores, isto não será aqui um argumento de desculpa mas algo factual, andar na pré-época e ir para o primeiro jogo da Taça da Liga contra o Santa Clara com 11 ou 12 jogadores diz bem daquilo que foi a adversidade que estivemos a corrigir e vimos fazendo um trabalho em que pudéssemos rapidamente pôr a equipa na bitola que queríamos.
Relativamente ao facto de a equipa ter conquistado a primeira vitória fora no Campeonato em Marvila, o que pensa desse facto? O desgaste relativo ao facto de existirem de forma consecutiva jogos à quarta-feira e ao Domingo têm pesado na constituição do plantel? Existem dentro da equipa algumas pedras chave relativamente à experiência, jogadores que já alinharam na Primeira Liga. Acha que isso é determinante para a tal transição nos primeiros tempos a que fez referência?
Devo dizer que não foi fácil o nosso trabalho, por essas razões começar com 9 ou 10 jogadores. Expliquei também que o plantel se foi construindo com a entrada de jogadores a pouco e pouco, e outro dos nossos jogadores realizou em Marvila a sua estreia, o Diakhité, que teve aquele problema de sai, não sai por causa do mercado.
Era um jogador que à partida estava à parte do plantel porque estava em condições de ser vendido e o que é certo é que depois o integrámos numa fase em que o Campeonato já tinha quatro ou cinco jornadas, depois encaixar e trabalhar isto, os automatismos e começar a época com apenas 11 naturalmente que o entrosamento demora o seu tempo.
É verdade que esses jogadores que vieram da Primeira Liga podem trazer experiência e maturidade, porque jogar na Liga dá exactamente isso mas há uma coisa distinta neste Campeonato que o nível de competitividade completamente diferente e porventura há jogadores que se adaptam ao jogo da Primeira Liga e depois vêm para a Segunda e têm alguma dificuldade de adaptação.
Existe aquela ideia de que o futebol da Segunda Liga é mais batalhado…
Sim, é mais competitivo e disputado palmo a palmo, não há muito tempo para pensar e este é de facto um dos problemas que estes jogadores podem trazer porque no ano passado na Primeira Liga alguns destes jogadores fizeram a sua estreia no futebol português, mas nunca tinham jogado na Segunda, isso é um processo de adaptação.
Em relação à sua experiência e percurso, como foi esta sua entrada no seu regresso à Segunda Liga para um treinador que em anos recentes lutava pelo título na Roménia e pelas competições europeias?
Quanto a mim, sou um homem de desafios, sei que não teria vida fácil no Olhanense mas entre estar em casa a ver jogos pela televisão e trabalhar é isto que prefiro, é evidente que já tive uma experiência no estrangeiro, já tive as malas feitas para ir para fora outra vez, decidi ficar por aqui à espera de uma oportunidade e tive no ano passado o Moreirense, decidi continuar em Portugal à espera de um convite que me possibilitasse o retorno á Primeira Liga.
Como se sabe tive as portas abertas no Moreirense mas entendemos que a saída era o melhor caminho para ambos, para mim e para o clube. Houve o convite do Olhanense, sinceramente pensei muito, com certeza que iria encontrar muitas dificuldades, aquelas que mencionei, mas aceitei pronto para as resolver e ajudar o clube, embora fosse quase um suicídio (risos), mas desenvolvemos todo o trabalho com a Administração e os jogadores que chegaram.
Terão de manter esse espírito de se superar as dificuldades e si mesmos no sentido de pôr o Olhanense nos primeiros lugares e discutir mais à frente, queremos assumir essa responsabilidade mas sempre mais à frente. Se a equipa se conseguir estabilizar nos primeiros cinco, seis lugares, depois veremos o que se poderá fazer no resto do Campeonato.
Mateus para o futuro
O regresso do Boavista à Primeira Liga parece não só ter motivado o público afecto à equipa como também os próprios jogadores e em especial aqueles que se encontram na formação, constatando-se que os Juniores vão realizando uma carreira interessante até ao momento no seu Campeonato Nacional, disputando um lugar de acesso à Fase Final.
Um valor tem vindo a dar nas vistas e poderá em breve vir a ter aberta uma importante porta para o futebol ao mais alto nível pelo Boavista, caso do promissor Cláudio Mateus, de 18 anos, que deverá em pouco tempo ser chamado a rubricar contrato profissional com os axadrezados depois de no início da época ter rubricado um acordo de formação aquando da sua chegada desde o Vitória de Guimarães.
A adaptação ao Bessa foi imediata para o jovem jogador que conquistou de imediato um lugar como titular nas alas ofensivas, visto poder competir tanto pela esquerda como pela direita, com uma ausência de quatro jogos pelo meio face a uma rotura na coxa.
Indiscutível nos sub-19 boavisteiros, o jovem, sabe a NOVA ACADEMIA DE TALENTOS, terá suscitado o agrado de Petit e sua equipa técnica num jogo-treino realizado entre as equipas principal e júnior, o que poderá levá-lo a ser chamado à primeira equipa a fim de pelo menos realizar a pré-época caso mantenha o actual nível de evolução. Pelo carácter que sempre se reconheceu ao jogador poderá esperar-se muita dedicação ao serviço da nova camisola.
quarta-feira, 8 de outubro de 2014
Enquanto a equipa sénior era derrotada, os Juniores do Benfica demonstravam a sua qualidade perante um Bayer Leverkusen liderado pelo promissor Marc Brasnic, que vem sendo disputado pelas selecções da Alemanha e da Croácia e que colocou mesmo os alemães na frente com um golo apontado através da marca de grande penalidade, onde precisamente as águias desperdiçaram uma oportunidade soberana através de Diogo Gonçalves.
Dotados de bons valores como o central Ricardo Carvalho, o médio centro Renato Sanches e o extremo Romário Baldé, os encarnados lograram dar a volta ao resultado com destaque para o criativo João Carvalho, que contribuiu para o 3-2 final com dois tentos apontados.
UEFA Youth League - Grupo C - 2ª Jornada
BAYER LEVERKUSEN
1- Patrick Bade
2- Emil Vincazevic
(9- Timo Barendt, 81)
4- Jannik Schneider
8- Bjorn Rother
10- Marlon Frey ©
11- Benjamin Henrichs
16- Robin Tim Becker
18- Pascal Richter
(24- Yassine Khadradoui, 63)
19- Marc Brasnic
23- Miilan Senic
(21- Andrejs Ciganiks, 61)
25- Ole Paffgen
Suplentes não Utilizados: 12- Maksimiljan Milovanovic, 3- Emre Bavrak, 13- Christian Schmidt; 15- Tristan Duschke,
Treinador: Peter Hyballa
BENFICA:
1- André Ferreira
2- Hugo Santos
3- Ricardo Jorge Carvalho
4- João Lima
5- Yuri Oliveira Ribeiro
6- Gilson Costa ‘Cobiças’
(14- Pedro ‘Pepê’ Rodrigues, int.)
7- Romário ‘Roma’ Baldé
(15- Kévin Oliveira, 73)
8- Renato Sanches
9- Diogo Gonçalves ‘Diji’
(16- Aurélio Buta, 64)
10- João Carvalho ‘Cigas’
11 - Gonçalo Rodrigues ‘Guga’
Suplentes não Utilizados: 12- Samuel Nóbrega, 13- Rúben Dias, 17- Gonçalo Maria e 18- Hugo Neto
Treinador: João Tralhão
Arbitragem: Dumitri Muntean - Moldávia
Disciplina: Bjorn Rother (28 e 41), Diogo Gonçalves ‘Diji’ (31), Yuri Oliveira Ribeiro (87), Ricardo Jorge Carvalho (90), André Ferreira (94) e Marc Brasnic (94)
Marcadores: Marc Brasnic (21 e 94), João Carvalho ‘Cigas’ (54 e 56) e Romário ‘Roma’ Baldé (72)
terça-feira, 7 de outubro de 2014
Após mais um encontro válido pela Segunda Liga, instado a revelar quais os objectivos do Benfica B para esta época, Hélder Cristóvão acedeu a responder a algumas questões colocadas
pela NOVA ACADEMIA DE TALENTOS e optou por garantir que a equipa apenas funciona para lançar os jovens
produtos da formação do clube ao invés de oferecer tempo de jogo a
jogadores da primeira equipa, questionando mesmo os benefícios dessa
última possibilidade.
Rafael Reis: O Benfica B enfrentou dificuldades nas últimas deslocações, nomeadamente na visita ao Oriental. Como analisa esse encontro?
Hélder Cristóvão: Acho
que foi um jogo muito bem disputado entre duas equipas que praticaram
bom futebol num campo difícil, o relvado estava bastante alto, o que
condicionou muito o que trazíamos para o jogo. Acho que os jogadores
foram bravos e encararam bem o jogo.
Conseguimos fazer um jogo agradável,
as equipas encaixaram bem uma na outra num jogo muito longe das duas
balizas no qual não houve grandes oportunidades de golo. Ainda assim
acho que as melhores situações aconteceram para o Benfica perante uma
boa equipa do Oriental, bem orientada e estruturada e que consegue jogar
bem nesse tipo de condições. Estamos realizados, soubemos viver cada
momento do jogo da forma como o tínhamos preparado mas não fomos
assertivos no último passe.
Faltou-nos algum discernimento nesse capítulo e fomos tentando mudar com as entradas do Nuno Santos e do Romário Baldé no sentido de preparar o golo mas depois tivemos de equilibrar com o João Amorim, a história do jogo resume-se a isso.
Faltou-nos algum discernimento nesse capítulo e fomos tentando mudar com as entradas do Nuno Santos e do Romário Baldé no sentido de preparar o golo mas depois tivemos de equilibrar com o João Amorim, a história do jogo resume-se a isso.
Rafael Reis: Disse na
última época que a equipa necessitava de melhorar nos jogos fora, ainda é
algo que está a procurar nesta nova época. O que falta a este Benfica B
para ser tão assertivo fora como é na sua casa?
Hélder Cristovão: Não
acho que tenhamos de melhorar assim tanto, com o Oriental tivemos duas
situações muito boas paa fazer o golo, mesmo no último minuto o Romário
teve a situação para finalizar mas tentou o passe para o colega, nada a
dizer, analisamos também essas atitudes, nas situações de 2x1 tem de se
saber que tem de se servir o colega. É jogo, temos de estar contentes,
foram jogos difíceis e que já antevia como muito complicados contra boas
equipas.
Conhecemos o campo do Oriental, tem
condições difíceis de se jogar, portanto estamos satisfeitos, quando não
se pode ganhar, não se perde, os jogadores em termos de maturidade e
crescimento ganham com estes jogos e depois com muitos a chegar das
Selecções também acumulam algum desgaste e por vezes é preciso fazer
adaptações, como o João Nunes a lateral direito ou o Alexandre Alfaiate a
lateral esquerdo. Portanto, é preciso lançar estes jogadores e dar-lhes
minutos, o que é o mais importante.
Rafael Reis: A equipa está bem e a época está a correr de feição. Tendo isso em conta, será de esperar nas próximas semanas a inclusão de alguns elementos da equipa principal nesta equipa?
Rafael Reis: A equipa está bem e a época está a correr de feição. Tendo isso em conta, será de esperar nas próximas semanas a inclusão de alguns elementos da equipa principal nesta equipa?
Hélder Cristovão: Para quê chamar jogadores da primeira equipa?
Rafael Reis: A minha questão passava precisamente por aí – com a equipa a funcionar tão bem talvez não seja necessário... O que pensa sobre isso?
Rafael Reis: A minha questão passava precisamente por aí – com a equipa a funcionar tão bem talvez não seja necessário... O que pensa sobre isso?
Hélder Cristovão:
Acho que o projecto do Benfica é o contrário, será um processo de
evolução entre os Juniores, passando para a equipa B e depois para a
equipa A. Tocando nesse aspecto da passagem dos Juniores para os B e
depois para os A, já foram chamados quatro Juniores para convocatórias, o
Gonçalo Guedes que é titular, o Romário que joga com muita frequência e
ainda o André Ferreira e o Diogo Gonçalves. O plano passa por continuar
esta aposta?
É sempre para continuar, o Gonçalo
Guedes ainda é júnior, outros ainda o são e essa situação será para
continuar, e ainda temos jogadores como o João Nunes, o Alex Alfaiate,
Pawel Dawidowicz, o Nuno Santos, que entrou na segunda parte, no seu
primeiro ano como sénior. Temos de dar-lhes minutos e estou muito
contente com a produção deles. De resto, prefiro analisar um encontro de
cada vez.
Ribeiro
salvou o ponto
De
regresso ao seu reduto, o Oriental procurou entrar forte perante o Desportivo
de Chaves, chegando ao remate logo ao minuto inaugural pelo ponta-de-lança
Carlos Saleiro, que voltaria à carga apenas cinco minutos depois ao atirar à
malha lateral em recarga a uma defesa incompleta do guardião contrário, Paulo
Ribeiro, a uma primeira tentativa de Tom.
Apenas por uma ocasião durante a primeira parte a equipa visitante se aproximou das redes lisboetas com algum relevo por uma única vez, numa movimentação de João Mário, e até ao descanso apenas o Oriental voltou a procurar inaugurar o marcador num remate cruzado de Miguel Paixão aos 34 minutos que passou junto ao poste direito.
Apenas por uma ocasião durante a primeira parte a equipa visitante se aproximou das redes lisboetas com algum relevo por uma única vez, numa movimentação de João Mário, e até ao descanso apenas o Oriental voltou a procurar inaugurar o marcador num remate cruzado de Miguel Paixão aos 34 minutos que passou junto ao poste direito.
Da
segunda parte praticamente nada se registou em termos de lances de perigo visto
que o futebol muito batalhado entre ambas as partes apenas permitiu tentativas
tímidas de ambas as partes até que o Oriental procurou um maior risco com a
entrada de Mauro Bastos nos minutos finais para formar uma dupla de referências
ofensivas na área com Saleiro.
A alteração ofereceria resultados imediatos com a equipa da casa a conseguir as suas maiores ocasiões já em período de compensação, primeiramente num remate de Henrique que ainda embate no travessão e em seguida no lance que antecederia o apito final.
A alteração ofereceria resultados imediatos com a equipa da casa a conseguir as suas maiores ocasiões já em período de compensação, primeiramente num remate de Henrique que ainda embate no travessão e em seguida no lance que antecederia o apito final.
Nessa jogada foi Mauro, em resposta a um canto cobrado por Córdoba pela esquerda, quem arrancou um cabeceamento que apenas não resutou em golo face a uma monumental defesa de Paulo Ribeiro quando o relógio marcava já 95 minutos, o que permitiu aos flavienses segurar a igualdade.
Campo
Eng. Carlos Salema - Lisboa
ORIENTAL
12- Mota
12- Mota
44-Hugo
Grilo
4- Yago Fernandez
4- Yago Fernandez
20-
Daniel Almeida (c)
25-
João Pedro
7-
Tiago Mota
77-
Miguel Paixão
(18-
Córdoba, 64)
2-
Tom Tavares
17- Leonel
17- Leonel
(23-
Henrique, 78)
9-
Carlos Saleiro
11-
Evandro Roncatto
(52-
Mauro Bastos, 88)
4x3x3
Treinador:
João Barbosa
DESP. CHAVES
84- Paulo Ribeiro
DESP. CHAVES
84- Paulo Ribeiro
13-
João Góis
2- Ícaro Silva
2- Ícaro Silva
49-
Miguel Ângelo
81-
Miguelito
21-
Luciano Teixeira
6-
Raphael Guzzo
(30-
Tarcísio Silva, 75)
14-
João Patrão
42-
João Mário
(17- Arnold Issoko, int)
(17- Arnold Issoko, int)
20-
Barry (c)
10- Luís Pinto
(19- João Vieira, 71)
10- Luís Pinto
(19- João Vieira, 71)
4x3x3
Treinador: Luís Norton de Matos
Arbitragem: Paulo Baptista – Portalegre
Treinador: Luís Norton de Matos
Arbitragem: Paulo Baptista – Portalegre
Disciplina:
cartão amarelo para Luciano Teixeira (29), Evandro Roncatto (36), Tiago Mota (55),
Raphael Guzzo (73), Córdoba (75), João Pedro (81)
Marcadores:
-.
Figura
– Paulo Ribeiro – Desp. Chaves
Sempre que foi chamado a intervir, fê-lo bem e de forma resoluta, tendo sido o grande responsável pela manutenção do nulo para a sua equipa quando na última jogada do encontro arrancou uma defesa sensacional quando os adeptos do Oriental já se aprestavam a celebrar o que seria o golo da vitória
Sempre que foi chamado a intervir, fê-lo bem e de forma resoluta, tendo sido o grande responsável pela manutenção do nulo para a sua equipa quando na última jogada do encontro arrancou uma defesa sensacional quando os adeptos do Oriental já se aprestavam a celebrar o que seria o golo da vitória
João
Barbosa – Oriental
Grande jogo, um grande jogo de futebol mesmo, entre duas
equipas com intervenientes que podem perfeitamente estar noutro patamar.
Ainda assim, penso que hoje perdemos aqui dois pontos, Estrategicamente a equipa do Chaves procurou fazer mais contenção na primeira
parte e surpreender-nos com as trocas que fez na segunda e conseguiram
empurrar-nos um pouco, tivemos o jogo mais próximo da nossa área em alguns
momentos da segunda parte mas depois rectificamos isso e voltámos a ser a
melhor equipa, ficámos por cima do jogo.
Luís
Norton de Matos – Desp. Chaves
O
Manchester United e o Monaco também deviam jogar melhor, as coisas não
acontecem assim e isto não é a PlayStation, as pessoas não podem pensar que
tudo se faz em apenas um mês. O facto de já ter orientado grande parte destes
atletas em outros clubes pode ter sido determinante para construir este grupo
mas acho que foram apenas as circunstâncias que levaram a que isso acontecesse.
Acho que este Campeonato tem facilmente oito a nove equipas que lutarão pela
subida, e nós procuramos ser uma delas.
Texto: Rafael Batista Reis
Imagem: Óscar Cordeiro (Lusa)
Imagem: Óscar Cordeiro (Lusa)
domingo, 5 de outubro de 2014
Martins reforço de peso no Restelo
Sem surpresa, talvez apenas pelo seu
‘timing’ , ou seja, após o encerramento da janela de transferências,
acabou mesmo por confirmar-se a saída de Carlos Martins dos quadros do Benfica,
onde há muito se encontrava votado ao ostracismo. Agora, com a
desvinculação, o médio internacional português conseguiu novo
clube para alinhar a partir de Janeiro.
Recorde-se que Martins se encontrava a
treinar sem quaisquer perspectivas de utilização apesar de como mandam
as regras o jogador estava inscrito pelos encarnados na Liga de Clubes
após uma época na qual apenas foi utilizado pelo Benfica B,
e isto apenas a partir de Janeiro último, no seguimento de um final de
uma temporada 2012/2013 na qual a sua expulsão frente ao Estoril foi
para muitos tida como uma das maiores razões para o insucesso do clube
da águia na conquista desse título nacional.
Martins não detinha possibilidades de voltar a jogar pelo Benfica
«De pouco vale ao Benfica ser campeão numa época se o FC Porto continuar a ganhar,» afirmou
num passado recente a antiga glória do clube António Simões, e vítima
dessa pensamento e de algum exagero em torno dessa situação, Carlos
Martins não mais foi incluído numa primeira equipa na qual, diga-se, não
possuía qualquer hipótese de utilização.
Essa ideia parecia clarificada em especial
na corrente temporada, na qual teria na teoria jogadores como os
lesionados Ljubomir Fejsa e Rúben Amorim, assim como André Almeida, Enzo
Perez, Andreas Samaris, Bryan Cristante, Pizzi e até Anderson Talisca
como concorrentes a um lugar na intermediária encarnada.
Face à certeza de apenas treinar até sair, as partes anteciparam o processo
Para agudizar os problemas do
centrocampista, nem sequer na segunda equipa teria reservado o espaço
para competir, uma vez que o treinador Hélder Cristóvão apenas contempla
utilizar jovens jogadores e elementos provenientes da formação do
clube. Não fazendo parte de nenhum destes grupos, o médio apenas teria
previsto treinar-se... até sair.
Assim, a confirmação da partida de Martins foi confirmada três meses antes, proporcionando-se a sua mudança para o Belenenses,
clube pelo qual esteve perto de assinar em Agosto, o que nunca foi negado pela
voz do seu treinador, Lito Vidigal, tal como o reconhecimento das suas
qualidades. O mercado de Inverno tornará oficial a nova casa do jogador que
em tempos representou a Selecção Nacional, e permitirá o regresso à competição.
sábado, 4 de outubro de 2014
A
jornada do futebol jovem português encontra pela negativa como grande destaque
o Sporting, que foi copiosamente derrotado pelo Chelsea numa tarde de
desinspiração colectiva contrastante com uma excelente tarde de Charly Musonda,
que deixou mostras de um tremendo potencial.
Sporting
0-5 Chelsea
UEFA
Youth League – Grupo G – 2ª Jornada
SPORTING
22-
Pedro Silva
2-
João Serrano (c)
5-
Pedro Ferreira
(19-
Bubacar Djaló, 33)
7-
José Correia
10-
Luís Elói
13-
Bruno Wilson
14-
Ronaldo Tavares
(17- José ‘Zé’ Postiga, 77)
(17- José ‘Zé’ Postiga, 77)
15-
Ivanildo Fernandes
16-
Gonçalo Araújo
18-
Diogo Barbosa
(8-
Rafael Barbosa, 83)
20-
Lisandro ‘Lisas’ Semedo
Suplentes
não Utilizados: 1- Vladimir Stojkovic ‘Stoj’, 3- Guilherme Ramos, 6- Ruben
Varela, 9- Arilton Ebo
Treinador: José Lima
Treinador: José Lima
CHELSEA
1-
Jared Thompson
2-
Fikayo Tomori
(16-
Jake Clarke- Salter
3-
Ola Aina
4-
Andreas Christensen
5-
Jay de Silva
6-
Charlie Colkett
7-
Tammy Abraham
(17-
Charlie Wakefield, 53)
8-
Ruben Loftus-Cheek
9-
Dominic Solanke
10-
Charly Musonda
11
– Izzy Brown (c)
(12-
Alex Kiwomya, 40)
Suplentes
não Utilizados: 14- Ruben Sammutt, 15- Kyle Scott e 18- Isaac
Christie-Davies
Treinador:
Adi Viveash
Arbitragem:
Jens Maae – Dinamarca
Discipina: Bruno Wilson (18), Dominic Solanke
(48), Ronaldo Tavares (49), Ivanildo Fernandes (59), Ruben Loftus-Cheek (69) e
João Serrano (79)Marcadores: Charlie Colkett (3), Charly Musonda (8), Tammy Abraham (25 e 46) e Dominic Solanke (27)
Subscrever:
Mensagens (Atom)





