quinta-feira, 4 de dezembro de 2014




São vários os emblemas incluídos na longa e louca disputa pela manutenção na Segunda Liga, sendo o Trofense um deles, encontrando-se neste momento em zona de despromoção mas ainda assim bem perto de sair da linha de água, bastando provavelmente uma vitória para que tal possa suceder.

No entanto, esse tem sido o grande problema, pois há muito os comandados de Porfírio Amorim não celebram um triunfo, o que ainda assim não retirava esperança ao já algo contestado técnico em conversa com o NOVA ACADEMIA DE TALENTOS.

Um dos pontos negativos da temporada terá sido a pesada derrota sofrida no terreno do Oriental. Como analisa esse jogo?

Foi um daqueles jogos em que tudo corre bem a uma equipa e tudo corre mal à outra, acho que foi um jogo em que de facto a equipa do Oriental foi melhor desde início e nós fomo-nos adaptando ao jogo, acho que a primeira parte decorreu com algum equilíbrio, com uma toada, um pouco de ascendente, para o Oriental, na segunda parte tentámos alterar as coisas, pensávamos e acreditávamos que era possível virar o resultado.

Fizemos uma alteração, começámos a ter mais bola e a impor-nos mais mas não tivemos a clarividência para ter superioridade e poder fazer a diferença, tivemos algumas ocasiões entre os 15 e os 35 minutos e não aproveitámos nenhuma, quando sofremos o 2-0 acreditámos sempre que era possível, a partir dos 3-0 terminou o jogo e apenas se deixou passar o tempo. É preciso ser responsável, vestir a camisola, é óbvio que depois de nos acontecer tudo o quarto golo foi o culminar de um dia negro.

Tudo correu mal, juntou-se tudo o que é mau ao contrário do outro lado e tudo o que fizéssemos não iria garantir um resultado positivo. Foi uma vitória justa do Oriental por números excessivos, acho que o adversário não merecia ter marcado quatro golos e nós não merecíamos ter sofrido quatro golos e merecíamos ter feito pelo menos um golo, penso que sim. De qualquer forma foi uma vitória incontestável do Oriental.

Num jogo entre equipas que na altura eram o último e o penúltimo talvez se jogasse muito aqui o futuro dos próprios treinadores. Com essa derrota o Trofense caiu para o último lugar, o Porfírio Amorim sente ter condições para continuar?

Eu sinto, porque não, porque não hei-de sentir? Quando me sentir a mais, saio, não sinto a mais… a partir daí é uma questão que me põe, se isso pudesse eventualmente surgir nós somos gente crescida e uma cumplicidade enorme no clube e portanto nada aconteceu que não seja normal no futebol. De facto, quem quer ser treinador tem de ser como a mulher grávida, sempre com a mala feita, e felizmente como estou muito próximo de casa não preciso de a fazer.

No início da partida houve alguma confusão com os delegados da Liga. Pode explicar melhor o que se passou?

Sim, é simples: certamente terão reparado que havia dois senhores que estavam a tentar travar-se de razões com um dos meus colaboradores e eu na minha maneira apaziguadora fui lá falar com os senhores e as coisas acalmaram. É óbvio, ou talvez não, que os delegados da Liga na sua posição me tivessem dito que o facto de eu estar lá poderia ser entendido como uma provocação mas obviamente que quem viu o meu gesto era apenas para apaziguar.

Como entendo que o futebol é um desporto de pessoas acho que é importante que as ensinemos a estar e em vez de estarmos se calhar a fazer gestos provocadores cheguei lá, peguei no senhor e falei com ele como deve ser, houve um outro que ficou com mais um pouco de nervo mas obviamente que voltou tudo ao normal e assim é que a coisa deve ser. Quando estamos de boa fé as coisas correm sempre bem.

Esta presença nos últimos lugares, considera que limita um pouco o seu trabalho ou de alguma forma pesa na cabeça dos jogadores? É difícil recuperar de um resultado tão desnivelado?

É óbvio que pesa, como não somos indiferentes e somos responsáveis pesa sempre, agora temos de saber viver com isso e preparar uma estratégia para sair desta situação.


Equipas de Iniciados do Benfica contaram com o talento e eficácia de Diogo Pacheco

O olhar mais atento sobre as várias equipas de Iniciados do Benfica nas últimas épocas tornavam Diogo Pacheco  uma das esperanças dos conjuntos sub-15 do Benfica especialmente há três épocas, temporada na qual marcou mais de uma dezena de golos depois de no ano anterior ter realizado uma quantidade elevada de encontros nos quais teve a oportunidade de apontar 40 tentos.

Essa marca impressionante justificou a aposta realizada pelos encarnados junto do Odivelas. Desse agora extinto emblema o promissor atleta saiu directo para o Benfica muito embora tivesse, sabe o NOVA ACADEMIA DE TALENTOS, também tido a possibilidade de escolha pelo Sporting, passando pela escolha do jogador a preferência pelas águias.

O Sporting consistiu aliás no único clube que surgiu com interesse em Diogo Pacheco para além do Benfica nessa altura, sendo que posteriormente o Sacavenense também procurou obter o seu concurso, sem sucesso.

Jovem atleta recebeu contactos para sair há duas épocas, tendo preferido continuar de encarnado

Neste caso, o conjunto de Sacavém procurava garantir o esquerdino caso este viesse a sair do poderoso clube lisboeta, hipótese que não se confirmou pela sua continuidade, terminando dessa forma quaisquer contactos.

Diogo não se arrepende da opção pela continuidade no Benfica, um clube que muito lhe ensinou e que muito lhe reservou até aos 14 anos, idade com a qual mostrava deter a capacidade de não só evoluir como extremo, preferencialmente pelo lado esquerdo, uma das várias posições que podes cumprir em campo sendo que para além desta capacidade poderá também jogar como lateral esquerdo, um lugar que passou a conhecer e que de imediato passou a apreciar.

Diogo Pacheco poderá prosseguir nos próximos anos como uma promessa emergente, à atenção do Benfica

Agora como lateral, o jovem espera passar a jogar pela primeira vez numa Selecção Nacional, esta época, alimentando mesmo a ambição inclusivamente legítima de se tornar internacional por Portugal, uma das metas a alcançar para Diogo Manuel das Neves de Oliveira Pacheco.

O esquerdino conta também com a curiosidade de já ter sido ‘acarinhado’ por várias alcunhas, tendo na última época recebido as alcunhas de Quatro Olhos, pelo facto de regularmente utilizar óculos, e de Robocop, embora presentemente seja tratado por Pacheco, um nome que assim se escuta com regularidade nas três equipas pelas quais se divide, os plantéis de Iniciados A, Iniciados B1 e Iniciados B2.  

Actualmente com 16 anos, o jovem jogador cumpre a sua segunda época ao serviço do Belenenses, Diogo Pacheco faz o ponto da situação da sua carreira até ao momento numa entrevista concedida ao NOVA ACADEMIA DE TALENTOS, no qual manifestou a sua esperança de chegar bem longe com a camisola azul.

Como tem sido a tua época no Belenenses até ao momento?

Estou lesionado há quase 2 meses... Dores de crescimento... Estou a jogar a lateral esquerdo. Lesionei-me depois do jogo contra o Cova da Piedade... Grande jogo! Tenho tentado correr mas não dá mesmo, é ter paciência agora.

Agora jogas como lateral esquerdo e estás muito bem nessa posição…

Sim, adaptei-me muito bem! Adoro a posição.

Tendo em conta as suas características é bem capaz de ser a mais indicada para ti. Como é que está a tua situação no Belenenses, tens alguma coisa assinada, contrato de formação ou profissional? Este último talvez seja um pouco cedo, ou não?

Não não, ainda não.

Quantos jogos e golos fizeste no ano passado?

Fiz 28 jogos, 12 golos, 10 assistências na posição 10.

Grande média, como é que um jogador que consegue números desses é colocado como lateral no ano seguinte?

Esta época houve uma grande revolução na equipa e médios havia muitos apesar do Mister já me ter utilizado como médio também nesta pre-época... Comecei a época a ala mas depois fui adaptado a lateral, uma posição que adoro... Isto porque estou sempre de frente para o jogo e até tenho mais a bola... Golos já não são tantos mas assistências vão aparecer.

A partir daí, já tiveste mais algum convite? E em relação à Selecção Nacional, chegaste a receber alguma convocatória para estágios?

Não, nem uma coisa nem outra.

Tendo em conta o que vens mostrando na nova posição é possível que sejas chamado até ao final da época…

Primeiro tenho de pensar em sair da lesão, depois ganhar ritmo e voltar ao meu nível e melhorar cada vez mais. Já estou parado há muito tempo mesmo...

quarta-feira, 3 de dezembro de 2014




Da Marinha para o leão

Sempre atento ao talento dentro e fora de portas, o Sporting poderá abrir as suas portas a uma dupla brasileira ligada ao modesto SL Marinha, clube que disputa a I Divisão da AF Leiria, e que se encontrou nas instalações do clube para um período experimental, o lateral direito Paulo Borges e o polivalente Guilherme Celestino, também detentor de nacionalidade portuguesa, que evolui preferencialmente nas posições 10 e de extremo por ambos os flancos, ambos de 18 anos.

Para já, apenas o lateral foi confirmado como reforço do clube, tendo já sido utilizado em encontros oficiais como a UEFA Youth League, o que demonstra a confiança que os leões depositam na sua evolução. Quanto ao segundo, para já está de regresso ao clube de origem, aguardando por novidades a partir de Janeiro. Para Paulo o sonho já começou...

terça-feira, 2 de dezembro de 2014




Hora de Quincy com o leão?

Chegou no início da temporada ao Boavista como o futebolista de maior cartel internacional em todo o plantel pelo seu passado no qual representou clubes como o Arsenal, onde completou a sua formação, ou o Spartak de Moscovo, o que o levou a representar o seu país de origem, o Gana, no Mundial 2010.

Quatro anos mais tarde, aos 28 anos de idade, Quincy Owusu-Abeyie apenas actuou 90 minutos pelos axadrezados na Primeira Liga e na eliminatória na qual a equipa foi afastada da Taça de Portugal em jogos oficiais, não tendo ainda justificado a fama com que vem rotulado nem o interesse que gerava no defeso, altura em que terá recusado os ingleses do Blackpool para viajar para Portugal, muito devido aos problemas físicos que o têm apoquentado.

Após algumas semanas desde o início da época, o ganês pôde finalmente competir por via da Taça de Portugal, fazendo parte pelo menos da convocatória para a visita do clube de Bessa ao terreno do Desp.Aves, acabando mesmo por alinhar como titular, o que constituiu a sua primeira grande oportunidade de agarrar um lugar na equipa. Tendo em conta que o próximo adversário é o poderoso Sporting, toda a experiência será bem vinda para os do Bessa e é certo que o atleta ganês nascido na Holanda tem-na. Estaremos perante uma 'surpresa na manga'?



Em termos gerais este ano não parece haver grandes dúvidas quanto aos nomeados para a Bola de Ouro, tanto ao nível dos treinadores como dos jogadores. Nesta última vertente, a lógica continua a apontar Cristiano Ronaldo como o grande favorito à vitória por tudo o que conseguiu ao longo deste ano.

Ainda assim, e este ano mais do que a sua já longa saga com Lionel Messi, o craque português terá de ter cuidado redobrado: não existiam certezas se haveria aquela espécie de coragem para nomear Manuel Neuer (como se sabe os guarda-redes costumam ser um pouco 'marginalizados'), e o encerramento das votações confirmou mesmo a sua presença na ‘short list’.

Estando a estrela germânica entre os três nomeados, pela imensa qualidade que tem, pelo que ganhou pelo Bayern e pela Alemanha e por ser muito provavelmente o melhor guarda-redes de sempre estará aqui um sério candidato que com franqueza merece ganhar este prémio pelo menos uma vez na sua carreira. Talvez este não seja o seu ano face à imensidão de títulos e conquistados e golos marcados por CR7. Mas será preciso cuidado com o alemão que voa...



As qualidades de Nuno Tomás foram sempre muito elogiadas pelos responsáveis do Belenenses. Uma das revelações do futebol de formação nacional formou-se na capital do País, consistindo num defesa central que iniciou a sua carreira ao serviço do Odivelas FC, conjunto pelo qual competiu entre os 9 e os 13 anos numa passagem na qual competiu com muita regularidade.

Nessa altura, ainda muito jovem, o defensor acabou por falhar apenas algumas partidas por razões fora do âmbito técnico como pontuais lesões, devendo realçar-se a veia goleadora que o levou a competir uma média de 5 golos por época.

Ao serviço da entidade odivelense, o defensor teve a oportunidade de participar em vários torneios e outros troféus, tendo conquistado um Torneio Internacional realizado na Dinamarca realizado enquanto o atleta evoluía ao serviço dos Infantis do clube, saindo pouco depois, já com 13 anos para o Belenenses, o clube ao qual ainda se mantém ligado, nessa altura para competir ao serviço dos Iniciados B do emblema do Restelo.

Num registo bastante elevado tendo em conta que se trata de um defesa central, Nuno Tomás contabilizou cerca de 20 golos pelo Belenenses nas épocas que cumpriu na formação do clube, às quais se acrescenta os jogos que realizou esta temporada, tendo falhado apenas raras ocasiões.

Aumento das dimensões do terreno converteu o jovem num central com grande margem de progressão

Num percurso gradualmente evolutivo desde as Escolas, o jovem defensor apenas não iniciou mais cedo a prática da modalidade pelo facto de ter praticado outros desportos como natação e karaté, tendo aos 9 anos percebido que a sua escolha passava pelo futebol, passando Nuno Miguel do Adro Tomás a observar o futebol como a sua modalidade de eleição.

Embora compita regularmente como central, Nuno Tomás assume-se um jogador evoluído tacticamente, dado que desde os tempos em que praticava Futebol de Sete que compete também como lateral esquerdo, posição que gradualmente abandonou face ao crescimento das dimensões do campo e o facto de ter adquirido características próprias de um central como a elevada estatura, a condição física e uma menor velocidade, compensada ainda assim com um melhor sentido posicional.

Bastante inteligente na sua movimentação, Nuno Tomás começou a estabilizar no eixo da defesa, posição que ainda ocupa, ainda que não demonstre qualquer limitação caso lhe seja requerida a colocação em qualquer outra posição na defesa, seja como lateral ou mais adiantado como médio defensivo, o que aos 19 anos lhe parece augurar um futuro bastante promissor.

Sporting terá despertado para o valor do atleta, tendo procurado a sua contratação

As promissoras capacidades do defensor não escaparam à atenção dos responsáveis do clube, que acordaram um contrato de formação com o atleta em idade juvenil, que justifica a aposta dos azuis pela fiabilidade que o levou a apenas falhar três encontros em duas épocas, somando um total de 8 golos em época e meia.

Graças às suas credenciais defensivas e capacidade concretizadora, o central cedo entrou na órbita das Selecções, tendo em 2008 cumprido treinos de triagem na Selecção Distrital de Lisboa em sub-14, tendo na última época merecido uma abordagem oriunda do Sporting, muito embora não tenha havido qualquer proposta concreta depois de terem existido algumas conversações no decorrer da época que acabaram por não progredir.

Desde esse contacto com os leões, não mais Nuno Tomás foi contactado por outros clubes eventualmente interessados, ainda que a sua evolução possa estar a ser acompanhada pelos grandes clubes nacionais como o já mencionado Sporting, conjuntos aos quais não terá escapado a estreia em trabalhos da Selecção Nacional sub-17, na qual com a sua cada vez mais reconhecida qualidade deixou sinais de que mais tarde haveria de voltar, o que acabou mesmo por suceder.

Hoje uma opção a ter em linha de conta na Selecção Nacional de sub-20 e uma das figuras do Eléctrico de Ponte de Sor, uma das sensações desta edição do Campeonato Nacional de Seniores, o central acedeu a prestar uma entrevista a VAVEL Portugal, na qual deixa a sua crença de chegar a pontos altos como o Mundial sub-20 que se realizará já no próximo Verão.
Seguiste esta época para o Eléctrico. Está tudo a decorrer como esperavas?
Nuno Tomás: Para primeiro ano de sénior, acho que foi um bom começo. Vinha com expectativas de um outro ritmo, mais elevado e um futebol mais físico e foi o que encontrei. Uma equipa com jogadores experientes, mais velhos e outros mais novos mas todos com qualidade e com muito para dar á equipa. Fui bem recebido e agradeço desde já a todos por isso.

Para seguir para Ponte de Sor deixaste o Belenenses, onde estavas já há alguns anos. Foste emprestado pelo Belém ou saíste mesmo em definitivo?

Nuno Tomás: Deixei o Belenenses por definitivo, sem qualquer compromisso para com o clube.

Tiveste outras propostas para além do Eléctrico este início de época?

Nuno Tomás: Não tive uma abordagem direta por parte de nenhum outro clube , mas antes de decidir vir para Ponte de Sôr tive algumas conversas sobre o 1º Dezembro, mas acabei por optar pelo Eléctrico.

Agarraste um lugar na defesa do Eléctrico e suscitas já alguma atenção. Tens recebido convites para a reabertura do mercado?

Nuno Tomás: Não tive proposta nenhuma para a reabertura do mercado e acredito que com o bom campeonato que temos vindo a fazer tenho muito a ganhar se ficar no Eléctrico o resto da época, mas não descarto nenhuma opção se tal aparecer.

Comecei a ver-te jogar quando eras uma das figuras dos Juvenis do Belenenses. Acabaste por ter propostas para sair nessa altura?

Nuno Tomás: Se não me engano e como já tinha referido na altura, houve conversas de que o Sporting poderia estar interessado em mim, mas não passaram de isso mesmo e foquei-me apenas no Belenenses.

Nessa altura chegaste também à Selecção Nacional e fazes parte da Selecção Nacional sub-20, onde já foste observado. Acreditas que estando a jogar no CNS podes ser chamado ao Mundial? Ou o facto de não estares nas competições profissionais pode ser um impeditivo?

Nuno Tomás: Sim, tive uma grande oportunidade ao estar no grupo da Selecção de sub-20, no estágio de uma semana que culminou com o jogo com a Inglaterra, foi excelente para mim em todos os sentidos e só tenho de estar grato por poder lá estar e treinar com os melhores. Jogar futebol sem sonhar e sem trabalhar para esses sonhos não faz sentido e portanto seria fantástico no final de época poder estar no Mundial.

Sei que é difícil mas o CNS não impediu que treinasse com a Seleção e não acredito que seja um impedimento para o Mundial. O futebol é feito de momentos e quem está melhor no momento é escolhido, se eu for um deles só tenho de saber aproveitar e para isso tenho de trabalhar para estar preparado e ser opção.



Tondela explora lado B… do Benfica B

Até há algumas semanas líder da Segunda Liga, o Benfica B parece ter entrado numa espiral de maus resultados com três derrotas consecutivas, duas delas em Inglaterra frente a Manchester City e Leicester City, e a mais recente pelo Campeonato no seu próprio reduto frente ao Tondela, que também se aproximou dos primeiros postos da tabela.

No que diz respeito aos B encarnados, parecem necessitar de repensar algumas das suas estratégias, em especial o técnico Hélder Cristóvão, que conhece já alguma contestação junto dos adeptos que discordam de algumas das suas opções e acima de tudo dos mais recentes resultados.

Segunda Liga - 14ª Jornada
Benfica B 0-2 Tondela
Caixa Futebol Campus - Seixal

BENFICA B
12- Bruno Varela
93- Nélson Semedo ‘Nelsinho’
64 - Marcos Valente
92- Victor Nilsson Lindelof
60- Pedro Rebocho
77- Rúben Pinto
94- João Teixeira
(89- Nuno Santos, 72)
78- Gonçalo Guedes
67- Hélder Costa
83- Rui Fonte
31- Victor Andrade
(85- Renato Sanches, 57)
Suplentes não Utilizados: 87- Miguel Silva Santos, 93- João Nunes, 57- Pawel Dawidowicz, 54- João Amorim e 96- Dolly Menga
Treinador: Hélder Cristõvão

TONDELA
1- Cláudio Ramos
21 - Edu Machado
37- Vítor Alves
3- João Pica
(8- Tiago Barros, 51)
55 - Pedro Araújo
6- Fábio Pacheco
17- Nuno Santos
27- Bruno Monteiro
7- Marco Aurélio
(14- Amar Zildzovic, 85)
90- Tozé Marreco
9- Piojo
(20- Rúben Saldanha, 79)
Suplentes não Utilizados: 13- Rui Nereu, 2- Ricardo Pedrosa, 5- Ricardo Rocha e 19- Joel Silva
Treinador: Joaquim ‘Quim’ Machado

Arbitragem: Sérgio Sousa Piscarreta - Algarve
Disciplina: João Teixeira (33), Gonçalo Guedes (67) e Pedro Rebocho (95); Nuno Santos (24), Cláudio Ramos (81) e Fábio Pacheco (83)
Marcadores: Edu Machado (35) e Marco Aurélio (60)