terça-feira, 24 de janeiro de 2017



O líder da Série G, o Real, protagonizou a grande surpresa da jornada ao ter sido derrotado pelo Barreirense, e logo por 0-2 – importante triunfo dos visitante, que causaram sensação e deixaram excelente imagem, na luta pela manutenção perante a restante concorrência.

Complexo Desportivo do Real SC – Monte Abraão

REAL
24- Gonçalo Ferreira
13- Gonçalo Tavares
(8- Guti Almada, 66)
22- Matheus
15-Ivan Dias
16- Matheus Leal
23- Thabo
6- Rúben Marques ©
14- Sabry Oliveira
(17- Nélson, 66)
7- Marcelo
(20- Diogo David, 81)
9- Érico Castro
11- Luís Mota
Suplentes não Utilizados:1- Patrick Costinha, 5- Zé Pedro, 18- Brash Brampoque e 26- Carlos Miranda
T: Filipe Martins

BARREIRENSE
14- Amir Abedzadeh
13- Carlos André
3- Alain Pilar ©
4- Rúben Casimiro
16- Ricardo Bulhão
(15- Janita Soares, 86)
21- Alex Rita
(23- Gonçalo Cruz, 74)
20- José Maria Coelho
10- David Pinto
11- Fred Correia
9- Martin Luther King
(19- Altair Junior, 82)
18- Nélson Torres
Suplentes não Utilizados: 24- Tiago Jorge, 2- Luís Pedro, 8- Gonçalo Rufio e 5- Luís Costa
T: Pedro Amora

Arbitragem: Eugénio Arez – Algarve
Disciplina: cartão amarelo para Gonçalo Tavares (53), Rúben Marques (61), Ivan Dias (90), Nélson (90+3), Matheus Leal (90+4); Martin Luther King (29), Ricardo Bulhão (34), Nélson Torres (48), Amir Abedzadeh (89) e Gonçalo Cruz (90+5)
Marcadores: Rúben Casimiro (43) e Nélson Torres (76)

Muitos rumores, poucos negócios de Janeiro

A reabertura de mercado tem sido utilizada em especial pelos grandes clubes para preparar o futuro e não para o reforço imediato dos seus plantéis.

Até ao momento actual, a reabertura do mercado tem sido mais propícia a rumores do que propriamente de transferências de monta já confirmadas, pontificando neste momento como maiores destaques os futebolistas que terminam contrato no final da temporada e que por esse motivo se tornam atractivos para os clubes de maior nomeada. Ou seja: mais do que os milhões já investidos, este mercado invernal parece estar a ser visto como uma antecipação do próximo defeso.
Um dos casos de maior realce passa mesmo por um campeão europeu por Portugal, o defesa central José Fonte, que ainda esta 6ª feira deixou o Southampton para um projecto aliciante que não deverá defraudar o cumprimento do seu objectivo de representar a Selecção Nacional num Mundial depois de já o ter feito num Europeu - e com os resultados por todos conhecidos. Seria assim mais um ponto alto da carreira do experiente defensor que acabou por ser contratado a baixo custo pelo West Ham.
Bayern de Munique continua a apostar na juventude para preparar o seu futuro

Uma das mais fortes possibilidades continua a ser o Manchester United de José Mourinho que continua a ponderar se avança ou não por reforços, sendo que o carismático técnico português espera num curto espaço de tempo passar a apostar nos melhores valores oriundos da formação do clube, processo que pretendia implementar aquando da sua passagem pelo Chelsea e que esperará retomar assim que os resultados coloquem o United nos postos que o técnico português procura. Veremos se tal inviabilizará qualquer investida dos ‘red devils’ no mercado ainda em Janeiro.
Também na Alemanha o mercado se movimentou, também com olhos no futuro, a principal ilação a retirar da contratação do jovem defesa Niklas Sule pelo Bayern que nas últimas duas épocas optou por libertar vários atletas de idade avançada - Bastien Schweinsteiger, Claudio Pizarro, entre outros… - para prosseguir a reformulação progressiva do plantel para os próximos anos.
Fora do contexto europeu o maior destaque, para além dos infindáveis milhões provenientes da China, é mesmo o São Paulo agora orientado por Rogério Ceni que se candidata a recuperar o título do Brasileirão, conquistado em 2016 pelo rival Palmeiras, e nesse intuito assegurou a contratação de Wellington Nem, avançado muito cobiçado no Velho Continente.
Em Portugal, para já, reina a cautela, com o FC Porto a liderar os negócios

Por fim, claro, Portugal, onde os três grandes muito pouco se têm movimentado para assegurar reforços de Inverno. Aliás, neste momento será maior o receio de perder valores importantes do plantel para clubes endinheirados que poderão fazer chegar propostas por vários dos principais activos de Benfica, Sporting ou FC Porto.
Neste momento, as maiores movimentações chegam do Dragão, que já libertou vários dos seus excedentários e ainda poderá perder o mexicano Miguel Layún, cuja contratação foi certamente uma das melhores decisões de Julen Lopetegui enquanto treinador na Invicta e que não garante a sua continuidade no clube. Mais do que contratar, os grandes em Portugal não querem ver-se enfraquecidos...

segunda-feira, 23 de janeiro de 2017





Benfica - Odivelas reclama formação de Rúben Pinto

Responsável pela recuperação do Odivelas FC, o associado e líder do grupo de associados que vem procurando recuperar o clube estranhou tão grande acumulação de dívida visto estar ciente de que “Luís Filipe Vieira entregou 300 mil euros ao Administrador de Insolvência pelos direitos de formação do Roderick Miranda e mesmo assim a dívida era enorme e não batia certo.”

“Basta assim realizar Eleições para o regresso do Odivelas pois desde 2010 que encetámos conversações com os diversos credores e com a Câmara Municipal, mas apenas enquanto grupo de sócios; o que vai acontecer é que a partir de dia 22 (Domingo) haverão Órgãos Sociais eleitos e com todo o direito de se dirigir a qualquer Órgão, seja ele municipal, nacional, internacional ou seja a quem for e na Assembleia estará presente um advogado que explicará o que faremos pois o clube ainda tem receitas por entrar - uma dela do Benfica, deve ao Odivelas a formação do Rúben Pinto, tenho em meu poder o documento que expressa o acordo.”

“É natural que o Benfica nunca tenha pago este valor; se o Odivelas acabar, não existe clube ao qual pagar uma verba que quando muito ascenderá a 50 mil euros e o Rúben já joga no CSKA da Bulgária. O que é isto? Existiram conversações recentes e nada aconteceu sendo que no passado o Benfica cumpriu o pagamento dos direitos do Roderick Miranda e do Paulo Vida (ex-jogador de Odivelas, Benfica, entre outros). Nesse último caso, foi o Dr. Lourenço Pinto, presidente da AF Porto, quem me defendeu e deu razão ao Odivelas."


Ao derrotar o At. Malveira por uma margem confortável, o Sacavenense praticamente carimbou o acesso à Série Sul de Subida, com a equipa da casa a entrar para a última jornada desta Série a apenas um ponto desse objectivo.

Estádio do SG Sacavenense - Sacavém

SACAVENENSE
Hugo Cardoso
Bebé Batalha
Yaka Medina
Diogo Duque ©
Dina
Arcanjo
(Léo, 85)
Borges
Saavedra
Horta
(Janu, 72)
Tiago Santos
(Cláudio, 75)
Herlander
T: Tuck

AT. MALVEIRA
Rapha Cruz
Pedro Pedroso
(João Hilário, 66)
Natalino
Migas
David Amaro
(Jackson Souza, 72)
Dani Nunes
(Frederico Castro, 83)
Mendonça
Tomás
Gonçalo Silva ©
Bruno Pais
Miguel Lopes
T: Rodrigues Dias

Arbitragem: Rui Mendes - Santarém
Disciplina: cartão amarelo para Dani Nunes (78), Jackson Souza (90) e Saavedra (90+2)
Marcadores: Natalino (21, ag), Horta (62) e Janu (85)

Texto: Rafael Batista Reis
Imagem: António Gonçalves

sábado, 21 de janeiro de 2017
























Odivelas – Morte lenta que nunca se consumou

Uma Assembleia-Geral para discutir a insolvência, é neste o ponto que se encontra o há muito ‘desaparecido’ do dia-a-dia do adepto comum, o Odivelas FC que não chegou a encerrar. Embora tenha sido declarado o fim do clube, este poderá ainda ser reerguido por um grupo de associados liderados por um dos seus mais antigos compostos, José Moreira, que deu conta a A BOLA da sua versão do que terá sucedido antes, durante e após o ‘final anunciado’ e o que terá conduzido a tão dramático desfecho.

Segundo o antigo dirigente e actual líder do processo de reestruturação, o processo de insolvência do Odivelas terá sido motivado por interesses de alguns envolvidos na altura, acima de tudo por altura de apurar os valores em dívida no processo de insolvência - “tiveram o descaramento de pedir bastante mais do que o valor real.”

Tudo terá começado, segundo José Moreira, “em 1997, quando o Presidente do clube na altura faleceu devido a um problema grave de saúde”. A partir daí, avança o sócio do clube odivelense, a situação piorou drasticamente – “assumi o clube em Fevereiro desse ano e de acordo com os Estatutos uma Comissão Administrativa apenas poderia ser criada em seis meses. Realizou-se uma Assembleia-Geral Extraordinária pois era necessário realizar um acto eleitoral para eleger uma nova Direcção para o clube, perdi a eleição e afastei-me completamente e só mais tarde me apercebi que o meu afastamento tinha algo de concreto – na altura foi criado o Concelho de Odivelas.”

Os interesses de alguns dirigentes do clube e da própria Câmara terão, segundo este associado do clube, levado ao movimento de destruição que quase custou o seu final numa descoberta que os mesmos alegam sustentar com documentação que comprova não existir qualquer impedimento à plena retoma de actividade do clube apesar da insolvência a que se encontra votado com o emblema odivelense a deter actualmente nas suas mãos o comprovativo da inscrição no Instituto dos Registos e Notariado e a lista completa de todos os credores do clube, alguns deles referentes a verbas “sem cabimento“ - uma delas de apenas 115 euros que passou a 25 euros após o acordo entretanto estabelecido - e outros a empresas entretanto já extintas.

Ao todo, 23 credores e é precisamente devido a estes que o Odivelas poderá recuperar dar cobro à insolvência, o que se encontra muito perto de suceder, com José Moreira a apresentar um documento redigido pelo Tribunal de Loures dando conta que todas as entidades credoras do emblema odivelense acederam a apenas receber 25% da verba em dívida (100 mil euros), considerando o restante sem efeito - “apresentámos ao Tribunal e aos credores uma proposta que toda a gente aceitou para que o Odivelas voltasse a funcionar, está no processo; alguns dos valores estão até praticamente pagos de tão pouco que as empresas terão a receber; a Câmara Municipal de Odivelas fez o favor de apenas responder ao Tribunal apenas dois anos depois.”

Dado este passo determinante, os associados do clube promovem o agendamento de uma Assembleia-Geral para este Sábado pelas 21 horas, para que o Odivelas emposse novos Órgãos Sociais, recuperando todas as suas habilitações enquanto instituição e essa magna reunião do clube odivelense foi marcada pelo próprio José Moreira que em Maio último declarava que esta situação que envolve o Odivelas “explica-se muito facilmente o que se passa e sobre a cedência dos terrenos de Porto Pinheiro , em números exactos sempre se falou em 9 hectares, em 90 e muitos mil metros quadrados, sempre se falou em números que não correspondem à realidade.”

Cerca de oito meses depois, o mesmo adepto e associado do Odivelas FC explica a A BOLA todo o processo e que o fim da SAD foi também deixado correr numa situação em que o fim do clube parecia ser o objectivo das entidades na altura envolvidas: “o clube já estava na Quinta de Porto Pinheiro e já lá estava construído o Estádio Arnaldo Dias; percebi que tinha sido ‘chutado’ quando surge a Urbanização Colinas do Cruzeiro e algo não batia certo sobre a área que envolvia o Estádio – de mais de 85 mil metros quadrados, só aparecia 57 mil.”

“Houve cedências da parte da Comissão Instaladora do Município de Odivelas para conceder a construção de 14 prédios para habitação nessa área. A insolvência iniciou-se em Março de 2006 mas só em 2009 surgiu uma carta dirigida pelos funcionários do clube à Câmara Municipal e tive conhecimento da situação do clube e este grupo de sócios pediu-me para ajudá-los e salvar o clube e por isso avançámos com um pedido de Assembleia-Geral para que percebêssemos o que se passava, tendo o Presidente da Assembleia-Geral respondido que o clube já se encontra insolvente,” acrescentou.

“Apenas o Administrador de Insolvência poderia autorizar uma reunião com os sócios pois a Direcção do clube havia sido destituída e este teve a gentileza de se reunir; o principal credor era o Presidente da Direcção do clube, Humberto Fraga, numa série de situações que não têm cabimento como demonstra a documentação. Veio a comprovar que esse valor em dívida é completamente falso (NDR: passando dos exigidos 121 433 euros para um valor real de… 29 793,41), mais ainda quando o Odivelas fazia milhares de euros por mês com a sua formação.”

Após o levantamento de todas as dívidas contraídas concluiu-se então que o principal credor do Odivelas FC é Jorge Prazeres, antigo treinador do Pinhalnovense mas também o responsável máximo pela Playpiso, empresa que opera na montagem de relvados, a quem José Moreira dirige rasgados elogios pela compreensão demonstrada apesar de se encontrar “cheio de razão, arrasou completamente a juíza e o administrador da insolvência. Almocei com ele, comprometi-me que assim que o Odivelas esteja salvo lhe arranjaria trabalho de forma a recuperar o que perdeu e pedi-lhe ajuda com um jurista, tendo ele acabado por arranjar o advogado dele e da Playpiso que nos recebeu e com quem fomos até ao Tribunal de Loures para consultar todo o processo e tornar-me credor acidental pela Playpiso. No fim, concluiu que tudo isto era uma barafunda.”

Foi nesse momento, consultando o processo, que José Moreira foi informado pelo mencionado jurista que “embora limitado a uma sede e uma equipa de Veteranos o Odivelas está insolvente mas nunca deixou de estar activo. Procurámos solucionar a situação e constatámos que havia um obstáculo relacionado com o relacionamento entre o Presidente da SAD, Luís Baptista, nomeado pelo administrador supremo da Odivelas SAD, e os dirigentes do clube que no entanto entregaram à SAD a exploração do Bingo e segundo relata Humberto Fraga a SAD nunca comparticipou com os valores que tinham acordado com o clube pelo aproveitamento e utilização do Complexo.” Em suma, a Odivelas SAD terá contribuído para o seu próprio fim ao participar nas dificuldades do clube:

“Com a dissolução do clube, a SAD também desaparecia… mas ainda continuou e por isso não percebi como a AF Lisboa permitiu que a Odivelas SAD pudesse estar inscrita e a competir mesmo com o clube já insolvente.” Situação essa que poderá em breve estar resolvida dado que “o clube voltou e está a ser reactivado nas instituições competentes com todos os registos que tinha. Pensámos que o clube tinha acabado pois o Administrador de Insolvência suspendeu toda a actividade, despediu todos os funcionários e entregou todas as instalações à Câmara Municipal de Odivelas, mas isso é mentira.”

“O papel da Câmara em tudo isto é completamente negativo; esta desconhecia até que o edifício existente no terreno era a sede do Odivelas FC; existia um plano de pagamentos para dois activos que ninguém conhecia no processo, entre elas essa propriedade que actualmente tem dois prédios construídos na área que então ocupava. Este processo de insolvência foi um absurdo e o acordo na entrega dos terrenos não foi cumprido, as primeiras outorgantes do contrato apontam isso mesmo: ’entregue pelo Odivelas FC com todas as benfeitorias realizadas’. Está tudo destruído - faço questão de futuramente levar a Imprensa a constatar o estado das instalações, incluindo o anexo que tinha a serventia de balneários. Politicamente, isto arrasará com o actual Executivo do Município.”

Com o restabelecimento dos bens pertencentes ao clube e os valores a que considera ter direito (incluem-se 40 mil euros, também entregues à Câmara Municipal) e que aponta com provas documentais, o Odivelas espera reerguer-se e olhar para o futuro que reserva projectos ambiciosos como o regresso ao futebol de formação a construção de um Centro de Estágios e mesmo de um Hotel que poderá envolver, sustenta José Moreira, a contribuição de… Cristiano Ronaldo, com quem espera “um dia ter a oportunidade de conversar e apresentar-lhe esta ideia pois embora provavelmente não saiba chegou, ainda que indirectamente, a passar pelo Odivelas, no momento em que foi recrutado pelo Sporting. Nada temos a perder,” conclui.   



sexta-feira, 20 de janeiro de 2017




Nem todos descobriram Bernardo

De tempos a tempos aparecem jovens craques e em vez de se sublinhar a qualidade dos mesmos é sempre mais fácil gabar a própria capacidade, inventar e dizer que o 'descobrimos'. Esta é uma ‘moda’    que no caso de Bernardo Silva (grande jogador, de facto) nem sequer é recente e que já começa a roçar o ridículo - como é costume dizer-se, quando alguém brilha é fácil dizer-se que o conhecemos e inaceitável será o facto de muitos que nunca sequer trabalharam com Bernardo insistam em regozijar-se por méritos que não possuem.

Hoje um elemento indiscutível nas convocatórias e provavelmente um dos nomes grandes já deste mercado de Inverno, Bernardo Silva detém hoje não só o fruto de capacidades técnicas e tácticas que desenvolveu… como o de suscitar o apreço de profissionais que nada fizeram pela sua evolução desportiva. No entanto, será uma questão de tempo - muitos dos que não o quiseram irão afirmar a plenos pulmões que descobriram Bernardo.

quinta-feira, 19 de janeiro de 2017




Atlético - Willy reforça o ataque

Têm chegado a conta-gotas os reforços para o Atlético SAD, último classificado de forma isolada na Série G do CPP que espera com a chegada de algumas incorporações progressivamente somar mais pontos do que os meros 2 que possui conquistados na tabela classificativa até então, feito que apenas será possível apontando golos, algo que tem sido uma verdadeira raridade na equipa do Atlético cujos direitos federativos são pertença da SAD que há alguns anos vem dirigindo o clube e sem o apoio da própria instituição.

Será com esse papel de extrema responsabilidade - o de apontar golos ao serviço de uma equipa que não celebra qualquer tento desde 27 de Novembro, altura em que o Atlético SAD conquistou um empate frente ao At. Malveira - chega agora ao clube lisboeta o veterano Willy Gonçalves, ponta-de-lança de 33 anos que principiou a temporada ao serviço do At. Reguengos e com números atractivos.

Desde o início da época Willy apontou 6 tentos em 8 desafios realizados nas duas competições que disputou pelo At. Reguengos, a Divisão de Elite e a Taça da AF Évora, chegando agora ao luso-angolano a possibilidade de manter esta veia e média goleadoras agora numa competição de índole nacional, devendo ter pela frente uma estreia de fogo ao alinhar como titular na Fase de Manutenção, na qual poderá começar a luta pela sobrevivência nos campeonatos profissionais praticamente do princípio.