terça-feira, 28 de fevereiro de 2017
Foi praticamente apenas à custa de uma arma secreta, depois de na primeira metade ambas as balizas se terem mantido a salvo, que o Fátima venceu e assim alcançou a liderança isolada da Série Sul de Subida do CPP.
Complexo Desportivo do Real SC - Monte Abraão
REAL
24- Miguel Assunção
3- Jorge Bernardo
25- Nuno Tomás
22- Matheus Costa
16- Leal
6- Rúben Marques ©
(23- Thabo Cele, 74)
14- Sabry Oliveira
(9- Érico, 55)
18- Brash
17- Nélson
19- Palacios
11- Luís Mota
(21- Allef, 55)
Suplentes não Utilizados: 1- Patrick Costinha, 4- Mário Palmeira, 5- José Pedro e 8- Guti Almada
Treinador: Filipe Martins
4x3x3
FÁTIMA
77- Valerio Vimercati
3- Mauro Pereira
4- André Sousa
15- Nélson Sousa
21- Tiago Rosa
7- Fábio Coça
(28- Sèrge Brou, 66)
10- Miguel Neves ©
(14- Jorge Neves, 61)
25- Nuno Laranjeiro
88- Ulisses Oliveira
17- Zé Miguel
96- Dzhamal Dibirgadzhiev
(26- Mamadou Thiaw, 74)
Suplentes não Utilizados: 12- Nuno Ribeiro, 13- Alex Dias, 20- Ivan Buha e 27- Ibrahima Baldé
Treinador: Bruno Álvares
3x5x2
Arbitragem: José Dinis Gorjão - Beja
Disciplina: cartão amarelo para Matheus Costa (40), Nuno Tomás (70); Nélson Sousa (53), Fábio Coça (65), Ulisses Oliveira (58), Mamadou Thiaw (81) e Sèrge Brou (88), Valerio Vimercati (90+4)
Marcador: Mamadou Thiaw (80)
Filipe Martins - treinador do Real
Temos de lutar, sabendo que tudo será mais complicado.
Bruno Álvares - treinador do Fátima
Conseguimos, era fácil estarmos eufóricos mas não faremos as coisas dessa forma e já amanhã irei dar minutos aos jogadores menos utilizados num jogo-treino.
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2017
O golo inaugural apontado por Fábio Gomes no início da 2ª parte garantiu uma importante vantagem para o conjunto da Lagoa, mas que não foi decisiva com a equipa da casa a reagir, a procurar a igualdade e consegui-lo. Divisão de pontos no final.
Estádio do SG Sacavenense - Sacavém
SACAVENENSE
30- Hugo Cardoso
13- Bebé Batalha
(16- Léo, 77)
5- Yannick
25- Diogo Duque (c)
29- Dina
7- Fábio Horta
(8- Fábio Arcanjo, 73)
17- Nuno Borges
19- Carlos Saavedra
27- Cláudio Sanches
10- Tiago Santos
21- João Olavo
(9- Janu, 64)
Suplentes não Utilizados: 12- Pedro Garcia, 5- André Duarte, 4- Diogo Oliveira e 6- Pedro Ribeiro
T: Tuck
4x4x2
OPERÁRIO
1- Rodrigão
2- Hugo Ventosa
15- Hugo Chileno
21- João Jesus
25- Jorginho ©
16- Abudu
88- Ruizinho Furtado
20- João Brum
(6- Igor, 73)
9- Bata
17- Mamadu Camará
19- Fábio Gomes
Suplentes não Utilizados: 70- João Botelho, 4- Diogo Félix, 7- Patrício e 23- Marlon
T: André Branquinho
4x3x3
Arbitragem: Nuno Miguel Roque - Coimbra
Disciplina: cartão amarelo para Rodrigão (68), Bata (70), Ruizinho Furtado (71) e Fábio Gomes (87),
Marcadores: Fábio Gomes (53); Cláudio Sanches (84)
domingo, 26 de fevereiro de 2017
Oriental cresce e Henrique também
Uma dupla jornada enquanto visitado parecia encaminhar o Oriental para um percurso de ascensão na tabela classificativa da Série G de Manutenção do CPP, uma oportunidade que a turma de Marvila aproveitou na plenitude ao juntar ao confortável triunfo por 3-0 sobre o Sp. Viana há precisamente uma semana mais uma vitória, esta porém mais dificultada, sobre Os Armacenenses, adversário proveniente do Algarve, por 3-2.
A partir do momento em que se adiantou no marcador pouco após a meia hora a partir de um cruzamento tirado sobre a linha de fundo no lado direito por Anderson para o cabeceamento certeiro de Henrique Gomes, o Oriental teve sempre o controlo do desafio pelo menos na marcha do marcador, tendo apenas necessitado de reagir a uma momentânea posição de igualdade reposta aos 59 minutos através de um livre directo exemplarmente cobrado de pé esquerdo à entrada da área por George Jackson após falta cometida sobre Mika Duarte.
A partir daí a equipa da casa arrancou para cinco minutos decisivos que permitiram resolver a contenda, tendo chegado ao 2-1 pelo experiente Marco Bicho em recarga a uma defesa incompleta de Bruno Costa aos 68 e ao 3-1 aos 73 numa conclusão de Henrique Gomes, que conseguia o bis com a baliza à mercê após uma tentativa de defesa do guardião contrário.
Este tento revelar-se-ia mesmo determinante uma vez que Os Armacenenses apenas conseguiram reduzir para a diferença mínima aos 84 pelo suplente utilizado Matias a confirmar uma primeira tentativa de remate de Cissé que picou o esférico sobre um desamparado, mas vencedor no final do desafio, Mota.
Campo Eng. Carlos Salema - Lisboa
ORIENTAL
12- Mota
5- Abel Pereira
44- Hugo Grilo
20- Daniel Almeida ©
2- João Oliveira
4- Tiago Mota
29- Marco Bicho
26- João Vicente
16- André Faísca
18- Anderson Jesus
30- Henrique Gomes
Suplentes Utilizados: 23- Álvaro Jaló, 6- Diogo Pires e 11- Victor Veloso
Suplentes não Utilizados: 22- Rafael Marques, 15- Joel Araújo, 17- Xiao Yufeng e 77- Sebastião Nogueira
Treinador: António Pereira
3x4x1x2
OS ARMACENENSES
1- Bruno Costa
20- Marco Silva ©
7- Miguel Abreu
22- Dante Urdich
35- Hugo Luz
2- Thomas Ravera
19- André Tonon
12- George Jackson
10- Fua
9- Mika Duarte
18- Bamossa Cissé
Suplentes Utilizados: 11- Matias, 25- Pituca e 6- Jonathan
Suplentes não Utilizados: 33- Nathan, 24- Diogo Tiago, 70- Laginha e 77- Peixe
Treinador: Rui Maside
4x3x3
Arbitragem: Hugo Silva
Disciplina: cartão amarelo para Daniel Almeida (57), Álvaro Jaló (78) e Miguel Abreu (90+5)
Marcadores: Henrique Gomes (34), Marco Bicho (68) e Henrique Gomes (73); George Jackson (59) e Matias (85)
sábado, 25 de fevereiro de 2017
1º Dezembro - Chana emprestado ao Alverca
Sem espaço para competir com regularidade no 1º Dezembro (levava apenas um minuto de competição em toda a época, angariado numa eliminatória da Taça de Portugal frente ao Lusitãnia dos Açores), o jovem Rodrigo Chana chegou a acordo em conjunto com o clube para sair no sentido de rodar, passando a alinhar no Alverca, clube que no passado disputou a Liga e que milita actualmente na Pró-Nacional da AF Lisboa.
Ao contrário das restantes saídas no plantel sintrense, Chana, de apenas 19 anos, é visto no Campo Conde de Sucena como uma alternativa para o futuro, razão pela qual foi apenas cedido por empréstimo ao invés de abandonar de forma definitiva, estando previsto no final da época o seu regresso para lutar por um lugar como titular no centro da defesa do 1º Dezembro com outra ‘bagagem’ competitiva.
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017
MiniFootball, o caminho depois do Futebol
Decorreram este fim-de-semana em Quiaios as Finais Nacionais da Elite SuperLiga em MiniFootball nas variantes de Futebol de Cinco e de Sete em MiniFootball, uma competição composta por 24 equipas provenientes de diferenciados pontos do país. Uma concentração de mais uma centena de jogadores numa competição amadora, mas profissionalizada ao nível do treino e da competição e composta por várias caras conhecidas, detentoras de interessantes carreiras no mundo do futebol.
Uma modalidade que tem vindo a crescer nos últimos anos e que terá um percurso paralelo ao das variantes futebolísticas já existentes, como explica o Vice-Presidente da Associação Portuguesa de MiniFootball e Director das SuperLigas da modalidade, Gonçalo Oliveira, que classifica o MiniFootball como uma classe “bem organizada e composta por equipas que encaram a competição com cada vez maior responsabilidade e a forma como aqui se apresentam apenas engrandece o evento. Em parceria com a Quiaios Hotel tivemos acesso a um Complexo Desportivo e uma unidade hoteleira.”
“As equipas mais recentes estão a procurar acompanhar as mais experientes e estão a inscrever-se cada vez mais equipas novas,” congratula-se o responsável pelo projecto, suportado ainda pelo mais mediático por ter tido uma carreira enquanto futebolista profissional, João Antunes, conhecido no meio futebolístico como Bailão.
Formado no Vitória de Setúbal e que até este Inverno representava o Casa Pia no Campeonato de Portugal, é também parte determinante para a concretização do projecto assumindo os cargos de Vice-Presidente da Associação e responsável pelas áreas de Marketing e Comunicação, João Antunes não duvida de que “os antigos futebolistas trazem qualidade ao torneio, quem foi futebolista automaticamente não será um mau jogador de MiniFootball, as outras equipas verão neles referências e irão preparar-se melhor e sentir mais facilidade em apresentar-se em competição.”
“No fundo, esses jogadores acabam por criar-nos uma boa imagem no sentido em que nos garantem também outro tipo de credibilidade,” conclui o dirigente e futebolista federado tal como vários praticantes da modalidade como Ricardo Sousa (ex-FC Porto e Beira-Mar, que não participou nesta edição, ao contrário da anterior), Toni (lateral que representou o Benfica - um jogo oficial - Farense e Beira-Mar, entre outros), Pedro Ribeiro (lateral/médio internacional sub-21 que representou Beira-Mar e Rio Ave) e Rui Pedro (representou o Sporting).
Estes dois últimos representam agora os Inválidos, representantes distritais de Aveiro e presentes na Final Nacional, Pedro Ribeiro como jogador e Rui Pedro enquanto responsável técnico. Ambos cumpriram a transição futebol profissional - MiniFootball e recomendam plenamente esta escolha aos restantes antigos profissionais e federados, começando o primeiro, recentemente retirado do panorama profissional, por indicar que “a minha retirada deu-se num passado recente e como federado já não irei voltar certamente, a vida prosseguiu e agora fazem-se outras coisas.”
Evolução da modalidade denota-se pelo profissionalismo de várias equipas, com a Florgrade como exemplo
Evolução da modalidade denota-se pelo profissionalismo de várias equipas, com a Florgrade como exemplo
“É bom sentirmos novamente o cheiro da relva, coisas que nós vivíamos...o balneário, a competitividade e já sentíamos falta dessa adrenalina. Podermos competir novamente nestes moldes faz-nos sentir bem,” completou, acompanhado por Rui Pedro, há mais tempo retirado, que classifica esta transição como “fácil.“
“Toda a gente olha para o passado no futebol e o MiniFootball permite reviver isso mesmo, principalmente quando é praticado em campos com boas condições e colegas que sabem jogar e é fácil perceber que estão criadas as condições para se viver um pouco aquilo que passámos, alguns num passado um pouco mais recente, outros um pouco mais distante, mas dá-nos a possibilidade de termos ritmo e revivermos os dias do passado,” oferecendo conhecimento de jogo a uma competição composta ainda por futebolistas em idade de competição mas amadores.
Por entre o bom futebol praticado, pode encontrar-se um pouco de tudo: para além dos Inválidos, que agrega vários veteranos e antigos atletas a partir dos 30 anos, pode encontrar-se uma equipa do Barreiro com raízes… búlgaras, o Barreiro Stara Zagora (a grande sensação da prova ao atingir a final), um conjunto de Futebol de Cinco composto exclusivamente por jogadores não-portugueses (PFC)…
Passando desde equipas com resultados menos positivos, muitas histórias de muito boa disposição e um goleador que apontou 65 golos em apenas duas Fases (o luso-caboverdiano Armando Gomes) como o AMBCV, proveniente do Bairro da Cruz Vermelha, até às mais ambiciosas e profissionalizadas como é o caso da Florgrade, única equipa a ter representado Portugal na Champions League da modalidade e que tem em José Carlos Ferreira e Ricardo Sá Dias os seus principais representantes, o percurso do MiniFootball é cada vez mais sustentado.
Ambos internacionais por Portugal em MiniFootball, José Carlos, que faz parte da Selecção que disputou o Europeu em Maribor, e Sá Dias procuram impulsionar a modalidade em termos técnicos e desportivos, com o primeiro a assegurar que “trabalhamos para conquistar troféus, realizamos jogos particulares com equipas de outras Ligas, muito competitivas, e treinamos sempre. Somos um exemplo”. Já o segundo salienta que “a equipa tem feito vários treinos bidiários por semana, o que requer boa vontade a quem trabalha connosco de assumir o compromisso de ajudar a equipa.“
“Já entraram muitos mas saíram muitos também,” esclarece Ricardo Sá Dias, “e é esta a diferença que nos distingue, o grau de compromisso existente, ninguém é obrigado a estar cá mas ao mesmo tempo damos todas as condições para que todos dêem tudo e sejam responsáveis,”um brio profissional partilhado por José Carlos.
Como exemplo de estratégia de desenvolvimento, o jogador que representa a Florgrade informa ainda que “para conseguirmos patrocínios tivemos de criar a nossa página nas redes sociais, o nosso Facebook teria de estar muito forte para que as pessoas pudessem visitar a nossa página,” um pequeno passo de profissionalismo numa modalidade cuja expansão a começa a tornar motivo de grande interesse.
quinta-feira, 23 de fevereiro de 2017
Real – Viagem mais atormentada seria impossível
Tudo correu mal ao Real na deslocação aos Açores para defrontar o Praiense. Como se não tivesse bastado o facto de ter encaixado uma derrota por 2-1, a equipa de Queluz/Monte Abraão ainda se viu privada de dois dos seus jogadores, a necessitar de assistência médica no hospital na Praia da Vitória e por isso obrigados a abandonar o desafio – os médios Rúben Marques e Kikas, que assustaram os responsáveis do clube em momentos distintos.
No caso do primeiro, capitão de equipa, este chegou mesmo a perder os sentidos no relvado após ter sofrido uma cotovelada na cabeça, numa zona situada entre a testa e o nariz. Após ter sido transportado de ambulância para o hospital, o médio de 22 anos recuperou na totalidade e regresso mesmo de táxi para o Municipal da Praia da Vitória onde se juntou à restante comitiva, encontrando-se disponível para receber o Fátima na próxima jornada, agendada para o próximo Domingo.
Em pior estado ficou mesmo Kikas, que num lance em que correu em direcção da bola acabou por encontrar uma abordagem ríspida de um adversário que acabou por errar o tempo de entrada ao esférico e cabecear… a cabeça do médio do Real que de imediato contraiu uma lesão na região da testa e foi também assistido no mesmo Hospital açoriano no qual recebeu alta e autorização para regressar a Lisboa com os seus companheiros.
Uma alta que se revelaria provavelmente precoce visto que ainda no voo Kikas, que necessitou de uma sutura de 9 pontos na testa e apresenta os dois olhos negros, demonstrou fortes queixas agravadas pela longa viagem a que se sujeitou e mostrou-se indisposto, o que conduziu ao seu transporte de urgência para o Hospital dos Lusíadas, onde e permaneceu internado até à noite desta 2º feira quando lhe foi dada alta sob o diagnóstico de uma lesão periorbitária.
A essa lesão, causadora também do inchaço ao nível dos olhos, acresce uma fratura do tecto da órbita direita, estando ainda sob equação por parte do responsável clínico a possibilidade de submeter-se a uma cirurgia após atravessar nova ronda de exames.
Para já, e sem considerar o cenário de cirurgia, o centrocampista de 26 anos que realizava a sua estreia após ter sido emprestado pelo Leixões no mercado de Inverno enfrentará uma paragem nunca inferior a três semanas. Apesar da dureza dos lances, o Real não considera a situação gravosa no sentido de, assinalam José Carlos Pires, director para a área do futebol, e Daniel Canário, director do clube, se terem tratado de “lances duros, mas normais em futebol,” com este último a elogiar o fair-play demonstrado pelos jogadores do Praiense, rapidamente solícitos a pedir assistência.
Todavia, revelou uma opinião contrária relativamente à atitude demonstrada pelo presidente do clube insular. No momento que se seguiu à lesão dos atletas do Real, Daniel Canário e Marco Monteiro terão protagonizado uma altercação que o responsável do Real classifica de “uma atitude intratável. Não se faz uma coisa daquelas, mas prefiro não me alongar,” situação que motivou o agendamento de uma reunião no clube da região de Sintra na qual será avaliada uma eventual exposição à FPF condenando o comportamento do líder do clube açoriano.
Texto: Rafael Batista Reis
Imagem: Edgar Vieira
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2017
Real – Miguel Assunção assume as redes de imediato
Parece ter sido imediatamente colmatada a vaga criada pela saída de Filipe Mendes, que completou o leque de guarda-redes do Belenenses, com a contratação de Miguel Assunção: recentemente contratado junto do Sertanense, o guarda-redes de 25 anos depressa se ambientou às condições, métodos e à própria região (nunca antes havia jogado no Sul do País, dividindo a sua carreira entre vários emblemas do Norte e Centro do País), para se assumir como mais forte candidato à titularidade na baliza do clube de Queluz/Monte Abraão.
Apesar da jovem e forte concorrência pela titularidade que o plantel já detinha, Patrick Costinha e Gonçalo Ferreira, para além de Marcos Pereira que recupera de uma grave lesão contraída na época passada, Miguel Assunção justificou o facto de ter figurado na shortlist de opções para reforçar a baliza do emblema da região de Sintra e acabado por juntar-se ao grupo e deverá mesmo ser o escolhido para a partida de Domingo, válida pela 3ª jornada da Série Sul de Subida e que levará o Real a receber o Fátima.
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