quarta-feira, 14 de junho de 2017


Tranquilo final de temporada para Sporting e Paços de Ferreira que entravam no derradeiro desafio da Fase Final com os respectivos percursos completamente resolvidos - os leões já sem possibilidades de lograr o título nacional, já revalidado pelo Benfica na semana anterior, ao passo que os pacenses já haviam dado a participação nesta Fase como um objectivo cumprido.

Uma vez mais o Paços aproveitou para ‘respirar o ambiente’ de mais um desafio frente a um dos ‘grandes’ depois de já ter defrontado os restantes por duas ocasiões. Sentido de dever cumprido, tal como para a equipa da casa muito embora não tenha cumprido o seu objectivo da conquista do Campeonato.

Estádio Aurélio Pereira (Academia Sporting) - Alcochete

SPORTING
Diogo Almeida
Rafael Fernandes
Eduardo Quaresma (c)
(Rodrigo Rego, int.)
João Rodrigues
Nuno Mendes
Daniel Rodrigues
Úmaro Baldé
(Gonçalo Batalha, int.)
João Daniel
(Tiago Ferreira, 48)
Alexandre Lamy
Tiago Tomás
(Rodrigo Miguel, int.)
Joelson Fernandes
(Leandro Gonçalves, 61)
T: Pedro Coelho
4x3x3

P.FERREIRA
José Oliveira
Fábio Leal
Guilherme Couto
(Gonçalo Duarte, 62)
Rafael Santos
Rui Pacheco
(João Cruz, int.)
Rui Amaral Carneiro
(Daniel Machado, 67)
Rafael Mendonça ©
Tiago Barbosa
(Gonçalo Zuzarte Sousa, int.)
Bruno Silva
Igor Gomes
Manuel Cerdeira
(Gonçalo Vale, int.)
T: Marco Daniel Paiva
4x4x2

Arbitragem: Pedro Ramalho - Évora
Disciplina: -.
Marcador: Alexandre Lamy (32)

Declarações

Pedro Coelho - treinador do Sporting

Era importante terminar a época com uma vitória e os três pontos e fizemo-lo; controlámos o desafio e dispusemos sempre das melhores oportunidades.

Marco Daniel Paiva - treinador do Paços de Ferreira

Jogo muito bem disputado pelas duas equipas. Conseguimos discutir o resultado até ao último minuto e poder ter estado na Fase Final é algo com que apenas sonhávamos.

terça-feira, 13 de junho de 2017



EMF Campeonato da Europa - Ricardo Gomes

Uma das mais recentes ‘incorporações’ na equipa nacional e o ‘benjamim’ da equipa pelo facto de se constituir o mais jovem atleta do lote de convocados, Ricardo Gomes tem somado minutos com frequência ao serviço de Portugal no Campeonato da Europa de MiniFootball, tendo sido utilizado nas duas jornadas já disputadas ante o campeão europeu em título Cazaquistão e a vencedora de cinco das seis edições já disputadas na prova.

Depois de ser utilizado nesses dois confrontos, o médio de apenas 22 anos assumiu-se novamente como opção para a derradeira jornada da fase de grupos ante a Grécia, na qual Portugal esteve pertíssimo de poder alcançar uma inédita qualificação para a fase a eliminar da competição. Antes de dar início a participação no Euro, o jogador do Florgrade, de Aveiro, classificou as condições de trabalho oferecidas pela Associação Portuguesa de MiniFootball e a qualidade da própria equipa nacional.

Como parte dos estágios e dos convocados de Portugal, quais são as perspectivas para o imediato?

A minha perspectiva passava estar no leque dos convocados, e estando lá… o objectivo era chegar aos 11 convocados.

A maior parte dos jogadores já serão conhecidos e dos que eventualmente não tivessem conhecimento ao final deste tempo já todos treinaram e jogaram em conjunto. Relativamente à qualidade dos jogadores que conhecia melhor ou um pouco menos, até que ponto Portugal pode elevar as expectativas relativamente á participação no Europeu?

Acho que esta base está mais forte. Já estive em anteriores torneios e convocatórias e acho que a base está mais forte do que as anteriores. Acho que a equipa está muito bem preparada, para mim estiveram nos estágios os melhores jogadores e dentro desses 18, 19 esses são os melhores e mais bem preparados para levar Portugal ao Europeu.

Como parte de uma das equipas mais bem sucedidas e de maior tradição no MiniFootball em Portugal, o Florgrade, pode entender-se que provir de uma equipa tão competitiva e habituada a grandes exigências na modalidade pode trazer algum tipo de vantagem e ter garantido a presença nos convocados?

Não pode, pois aqui não há titulares e por isso partimos todos por igual e parte de cada um dos Misters que acharam que devem levar os 11 melhores, agora claro que acho que isso pode ajudar pois no Florgrade estivemos em competições europeias, fomos a primeira equipa a fazê-lo, e por isso sabemos o que encontramos no Europeu.

Já jogámos contra as equipas da Roménia e acho que tudo isso também pode ajudar. Parti onde todos começámos e começámos todos a partir do mesmo nos estágios e cabem as decisões aos treinadores, são eles que tomam decisões e a partir daí é com eles. 

segunda-feira, 12 de junho de 2017




Parecia resolvido… mas só no fim se confirmou

Cedo o Benfica começou a desequilibrar os pratos na balança ao abrir a contagem logo aos 2 minutos através de Úmaro Embaló que picou o esférico sobre o guardião contrário, gesto técnco repetido no segundo tento, desta feita com autoria de Ricardo Matos que seria também o autor do terceiro golo benfiquista. Todos os tentos foram apontados no seguimento de passes em profundidade de Diogo Capitão, o último deles de forma picada sobre a defesa da Académica que soçobrou perante a eficácia dos encarnados que transformaram em golo todos os remates enquadrados com a baliza.

Apesar de tudo, o primeiro tempo… nada resolveu visto a Briosa ter reagido e reduzido a desvantagem para a diferença mínima no espaço de apenas 6 minutos por André Santos correspondendo a um cruzamento tirado a partir da esquerda e Pedro Simão na conversão de uma grande penalidade cometida sobre Paulinho, fazendo persistir a dúvida até ao minuto final, momento em que Úmaro Embaló cruzou em trivela para o certeiro cabeceamento do central goleador Gonçalo Loureiro.

Caixa Futebol Campus (campo nº1) - Seixal

BENFICA
Celton Biai
Mamadou Koné
Gonçalo Loureiro
Francisco Saldanha
Nuno Tavares
Diogo Capitão
Tiago Dantas ©
(Ronaldo Camará, 53)
Rodrigo Conceição
Úmaro Embaló
Miguel Nóbrega
(Luís Lopes, 64)
Ricardo Matos
(Gonçalo Ramos, 70)
T: Renato Paiva
4x4x2

ACADÉMICA
Luís Trindade
David Vieira ©
André Pires
João Gonçalves
Pedro Marques
Pedro Teixeira
Paulinho Ferreira
Vasco Marques
Luís Rodrigues
(Dudu Simões, 77)
João Rui
(Pedro Simão, 54)
André Santos
(Xavi, 75)
T: Rui Silva
4x4x2

Arbitragem: Paulo Barradas - Setúbal
Disciplina: -.
Marcadores: Úmaro Embaló (2), Ricardo Matos (19 e 35) e Gonçalo Loureiro (80); André Santos (57), Pedro Simão (63)

Figura - Diogo Capitão - Benfica

Deu-se bem com o alargado raide de acção para defender o seu meio-campo para rubricar a assistência para todos os golos da 1ª parte com três exímios passes em profundidade.


EMF Campeonato da Europa - Fábio Teixeira

Ainda que desta feita fora das opções da equipa nacional para o Euro 2017, Fábio Teixeira assume-se como um dos elementos mais experientes da equipa e um dos recordistas de internacionalizações por Portugal até que José Carlos Ferreira disputou os dois confrontos até ao momento realizados na fase de grupos ante o actual detentor do título europeu, o Cazaquistão, e a pentacampeã europeia Roménia.

Mesmo não fazendo desta feita parte da comitiva que vai competindo em Brno, República Checa, a opinião do experiente defensor não deixa de se considerar uma fiel avaliação sobre a qualidade da Selecção Nacional, a quem anteviu um Europeu de grande nível:

Como um dos jogadores presentes nos estágios da Selecção, o que podem ter acrescentado estes estágios, possibilitam algum tipo de expectativa?

Mantenho boas expectativas, um ponto crucial no estágio é que hoje em dia temos muito mais condições do que há três anos por exemplo, e acho que podemos encarar os jogos com outra ambição que antes não tínhamos, apesar de estarmos num grupo que à partida é complicado mas é como disse, acho que estamos muito melhor preparados.

Como um dos jogadores mais experientes nesta modalidade em Portugal já deverá ter um conhecimento por ter defrontado ou convivido em estágio com todos os jogadores que fazem parte da Selecção. Avaliando toda a qualidade da equipa, até onde pode chegar a Selecção no Europeu?

Primeiramente, acho que estamos cada vez mais fortes e que o facto de o Mister já ter jogado connosco, ele já esteve no terreno, dá-lhe portanto uma outra visão para poder seleccionar melhor os jogadores e acho que com a equipa que se tem apresentado nos estágios podemos sonhar o mais alto possível e que temos tudo para passar a fase de grupos.

Como participante, juntamente com o José Carlos e o João Bailão, em todos os jogos oficiais de Portugal em Futebol de Seis até ao Europeu, foram os três recordistas nesta Selecção, essa experiência em termos de presenças em jogos oficiais é uma mais-valia, mais do que individualmente de forma a fazer parte da equipa, colectivamente em termos de conhecimento angariado em Europeus passados?

Claro que sim, acho que cada experiência é muito enriquecedora no sentido em que nós, nos outros anos em cada jogo tivemos sempre falhas e corrigimo-nos. Acho que é importante porque já conhecemos também os outros jogadores e as outras selecções, portanto acho que ajuda muito e também para passar informação importante aos nossos novos colegas que nunca foram.

sexta-feira, 9 de junho de 2017



Real - Brash, um exemplo de reforço entre portas
A equipa de Monte Abraão que ascendeu à liderança da classificação foi mesmo a grande sensação do Campeonato de Portugal ao ter alcançado um objectivo alimentado desde o início pelo técnico Filipe Martins e ainda excedido todas as expectativas ao ter-se deparado com algumas dificuldades na preparação de alguns importantes confrontos.

Em alturas críticas o técnico do Real não pôde contar com o médio Brash Brampoque, titular indiscutível em toda a temporada e que assim desfalcou o meio-campo que tem para cúmulo sido o sector mais assolado por lesões e castigos, sendo que esse foi o segundo caso a aplicar-se com o médio guineense que se viu obrigado a cumprir um encontro de suspensão por via de uma expulsão por acumulação de amarelos no jogo no qual a equipa da linha de Sintra igualou em sua casa com o Praiense a uma bola.

Apesar do rude golpe que passou pela ausência de Brash, a partir da primeira vez que ocupou a liderança que como é sabido garantia a promoção directa à Ledman LigaPro... não mais o Real a largou, permitindo o regresso deste centrocampista que foi uma das grandes revelações da temporada fazendo por merecer a renovação contratual, assim passando a profissional e surgindo como um dos nomes a ter em atenção na próximas edições da Ledman LigaPro e da Taça CTT, competições nas quais tanto clube como jogador se irão estrear. 


Road to EMF 2017 - Darlan Ribeiro

A menos de 24 horas da estreia de Portugal na edição de 2017 do Campeonato da Europa de MiniFootball, a expectativa será tão grande entre os 11 convocados para representar a equipa nacional quanto os restantes companheiros que permanecem no nosso País como reserva para qualquer eventualidade.

É esse o caso de Darlan Ribeiro, guarda-redes nascido no Brasil mas que pelo seu percurso no nosso País nas várias variantes de futebol, desde o Futebol de Onze, passando pelo Futebol de Praia e terminando no Futebol de Sete e de Seis nesta modalidade, se tornou mais um convicto luso. Ainda que para já fora das opções do seleccionador David Martins para o certame, o guardião detentor do título nacional na Elite Final Nacional da SuperLiga em Futebol de Sete torce, ainda que por fora, pelo sucesso de Portugal na prova.

Como um dos escolhidos para participante no I Estágio de Preparação, que expectativas mantinha?

Vê-se que esta malta esteve empenhada, vê-se trabalho e dá gosto, a malta gosta do que está a fazer e da oportunidade que tem vindo a ter. Foi espectacular e todos estão de parabéns, especialmente o pessoal ligado às SuperLigas e a todo o staff da Associação Portuguesa de MiniFootball pois estão a cumprir e a dar-nos todas as condições para fazermos aquilo que gostamos e pronto, foi muito bom, foi um espectáculo e agora é esperar que tudo possa correr melhor pois temos tudo, temos jogadores com qualidade para serem escolhidos para os melhores que têm apresentado melhores condições tanto no Futebol de Cinco como no de Sete.

Têm aparecido jogadores com muita qualidade e agora para o Euro é juntar o melhor e fazer o trabalho, fazer o que se sabe e entregar-se como este pessoal tem feito, é isso que acho e que espero, que corra tudo melhor para a Selecção.

No I Estágio foram convocados três guarda-redes, sendo que na convocatória final apenas podem figurar dois. Avaliando os três que trabalharam em conjunto, como pode definir-se cada um em termos de qualidade? Que qualidades o Darlan possui individualmente para que seja suficiente para garantir vantagem sobre a restante concorrência?

No Europeu, jogam dois. É uma pergunta um pouco difícil pois se estivermos a falar de jogadores de campo, que são mais, podia ser um bocado mais específico pois cada guarda-redes tem a sua qualidade, característica e acho que cada um dos três guarda-redes do I Estágio poderia jogar mais na equipa e individualmente eu pessoalmente tenho conhecido melhor os meus colegas nesta posição que não é muito favorável, é bastante ingrata como toda a gente sabe e pessoalmente gosto muito de trabalhar o jogo de pés e os reflexos.

Sou um guarda-redes ágil, rápido e não sou muito alto, portanto trabalho muito as pernas para depois compensar aquilo que não tenho e como jogo também Futebol de Praia num piso que é irregular isso dá-me também características que posso implementar aqui neste futebol, o MiniFootball, que é totalmente diferente daquilo que a gente vê pela televisão, pelas imagens ou por aquilo que o pessoal joga em Futsal, é totalmente diferente, mas tenho características que aqui poderão ajudar a equipa a avançar nos objectivos que estão a ser impostos.

Os colegas que eventualmente não se conhecessem ficaram a ser conhecidos com o Estágio e os primeiros treinos. Tendo em conta a qualidade dos jogadores já conhecidos, até que ponto a equipa conseguirá um bom resultado no Europeu?

Isso terá mesmo de ser com o continuar a trabalhar a cada treino e a cada estágio, existiram estes dois, é trabalhar e depois cada um cumprindo com o melhor que cada um sabe fazer e com o que o Mister nos pedir para fazer pois é para todos, incluindo os que já foram e jogaram no Europeu no ano passado, eles também têm dificuldades e estamos sempre a aprender cada vez mais e quando se chega e coloca logo tudo consegues colocar em prática com maior naturalidade como por exemplo já fazemos no Futebol de Sete, de Onze ou em outras modalidades a que estejamos habituados.

É diferente, mas como já disse têm aparecido jogadores cada vez melhores, têm feito parte dos torneios e este staff tem conseguido ir buscá-los e complementar a equipa, acredito que vai sair daí um conjunto muito forte e isso já se vê no espírito da equipa, que é muito importante ver a malta já unida, e portanto ver o pessoal escolhido para o Europeu… penso que vão fazer um grande Euro, estão a capacitar-se cada vez mais para isso.


quarta-feira, 7 de junho de 2017




Eficiente bola parada atenua a expulsão

Confronto em que os extremos se tocavam com o último classificado Oeiras a receber o líder Sporting sendo que os 25 minutos iniciais foram jogados a um ritmo muito lento e no último quarto de hora uma maior intenção por parte dos leões que no entanto nunca conseguiriam ultrapassar com perigo a bem montada defensiva da equipa da casa que apresentava muita proximidade entre as suas duas linhas mais recuadas, assim reduzindo drasticamente o espaço de criação para os verde-e-brancos.

Tudo mudaria na 2ª parte com o Sporting a conseguir ser capaz de executar com maior velocidade até que aos 62 minutos se via privado de uma unidade com a expulsão directa de Diogo Brás, o que todavia não evitou que o leão chegasse ao golo por intermédio de Bernardo Sousa na conversão de uma grande penalidade apenas quatro minutos depois, para se dissiparem quaisquer dúvidas quanto ao vencedor nos instantes finais graças ao elemento que entraria em campo para render o autor do primeiro tento.

Um tento de Francisco Oliveira através de novo lance de bola parada, desta feita apontado junto à área permitiu confirmar de forma eficaz um triunfo de importância redobrada tendo em conta que à mesma hora o Benfica, que se encontrava a discutir a liderança de forma muito próxima, saiu derrotado na deslocação ao terreno do FC Porto, o que permitiu cimentar a liderança da classificação numa mais confortável vantagem de 4 pontos.


Estádio Municipal de Oeiras

OEIRAS
Filipe Campina
Diogo Marinho
Alexandre Barbas
Gonçalo Lucas
(Bedel Mendes, 66)
Baltazar Paisana
Tomás Rodrigues
(Gonçalo Costa, 68)
Guilherme Santos ©
Tomás Santos
Pedro Aparício
Ricardo Pereira
(Afonso Evangelista, 73)
Vasco Cardoso
T: João Cardeano
4x2x3x1

SPORTING
Filipe Semedo
Rodrigo Vaza
João Goulart
Tiago Djaló
Gonçalo Costa
(Edmilson dos Santos, 62)
Bavikson Biai ©
Félix Correia
Bernardo Sousa
(Francisco Oliveira, 68)
Diogo Brás
Tiago Rodrigues
Sérgio Velosa
(Babacar Fati, int.)
T: João Couto
4x3x3

Arbitragem: José Quitério Almeida - Lisboa
Disciplina: cartão amarelo para Gonçalo Costa (37), Babacar Fati (45), Tomás Rodrigues (47), Diogo Marinho (62), Alexandre Barbas (65), Tiago Djaló (69), Rodrigo Vaza (71), Tiago Rodrigues (72), Filipe Semedo (80+1); cartão vermelho para Diogo Brás (62, expulsão directa) e Pedro Aparício (80+5, expulsão directa)
Marcadores: Bernardo Sousa (66, gp) e Francisco Oliveira (80+4)