sexta-feira, 30 de junho de 2017




Fred bem cotado no mercado


Vários foram os Juniores que ascenderam ao plantel principal do Loures mas entre eles não se encontra Fred, jovem médio criativo que disputou todos os encontros dos sub-19 da equipa preto e amarela (36 encontros realizados, 6 golos apontados) sempre na qualidade de capitão de equipa que apesar das credenciais demonstradas e o bom relacionamento entre ambas as partes acabou por não chegar a acordo com o clube para continuar. Ainda assim, a excelente temporada individual de Frederico Ferreira, Fred como é desde cedo apelidado, vale-lhe uma enorme cobiça.

A performance do jovem futebolista que alinha pelo meio e ambas as alas na época em que alcançou a sua estreia enquanto sénior de forma oficial pelo Loures ao ter participado nos minutos finais da partida ante o Mineiro Aljustrelense, uma das três convocatórias da equipa sénior nas quais foi inserido nos últimos meses, justificou o potencial que desde cedo lhe é reconhecido - bem cedo, como infantil, Fred classificou-se no top 10 internacional da FootballDreamFactory, plataforma criada há alguns anos por Luís Figo e Luiz Felipe Scolari.

Jovem jogador brilhou num percurso dividido entre Sacavenense e Loures

Recorde-se que a título de curiosidade o antigo internacional português e o ex-seleccionador nacional publicavam o seu parecer sobre os jovens mais promissores entre os muitos que observavam em… A BOLA. Nesse ano, Fred conquistou a distinção de melhor jogador do Torneio Internacional Aveiro Cup impressionou os responsáveis da formação do Ajax mas nunca deixaria Portugal onde esta temporada, aos 19 anos, está livre e na posse de várias ofertas provenientes de clubes do CPP, referenciado por uma equipa B a disputar a Ledman LigaPro e um emblema recentemente promovido á Liga NOS. 

Ainda cobiçado por dois emblemas da I Liga de Chipre e referenciado em Inglaterra, Fred chega agora a idade sénior após uma formação muito bem-sucedida e dividida entre os vizinhos e rivais Sacavenense, de onde saiu à entrada para a sua primeira época de júnior, e o Loures, onde alinhou nas últimas duas épocas, dois clubes que potenciaram o seu crescimento e que em pouco tempo poderão obter benefícios por terem contado com este jovem futebolista nas suas fileiras. No caso da turma de Sacavém, o percurso do criativo começou a impressionar logo como Escola e ao ascender à equipa A ainda em idade de Escola B.

O notável percurso do jovem atleta ao serviço do Sacavenense teve continuidade com uma média de meio golo por jogo enquanto Infantil, mais de 50 encontros oficiais disputados enquanto Iniciado sendo que na segunda época, como sub-15, ainda se estreou pelos Juvenis B no campeonato distrital do escalão que um ano depois viria mesmo a conquistar no que foi também a época mais concretizadora da sua carreira até ao momento, com 23 golos em 28 encontros disputados apesar de nunca ter alinhado como avançado e chegou mesmo a estrear-se como sénior ainda em idade juvenil.

Época transacta constituiu um recorde de encontros realizados para Fred – avizinha-se novo desafio

Isto muito embora a competição não possua carácter oficial, a Future Stars Future League, conhecida por Liga Chinesa e disputada por clubes da AF Lisboa e AF Setúbal numa época em que rapidamente queimou etapas, começando pela equipa de Juvenis A mas logo em Janeiro passando para o plantel de Juniores aos 16 anos, após um ano antes se ter sagrado campeão distrital da AF Lisboa em Juvenis. Terminada a passagem por Sacavém, Fred partiu para o vizinho Loures, onde a muito boa primeira época como júnior de primeiro ano conseguiu ainda ser ultrapassada em todos os planos numéricos no segundo.

Com efeito, os 37 encontros disputados (36 no Nacional de Juniores + estreia pela equipa principal) constituem um recorde pessoal de época para Fred, que ainda antes de iniciar o seu percurso sénior soma já 310 partidas e 114 golos remetendo apenas ao carácter oficial, o que permite antever a mais-valia que representará para o próximo clube que representar dentro de pouco tempo.


quinta-feira, 29 de junho de 2017



Poucos dias após ter visto praticamente consumada a despromoção da sua equipa de futebol aos campeonatos distritais, o Grupo Desportivo Fabril do Barreiro agendou de acordo com o seu Regulamento Complementar aos Estatutos a realização de um acto eleitoral que teve lugar no seio de uma Assembleia-Geral Ordinária de associados conduzida pelo Presidente da Mesa da Assembleia-Geral.

Pouco depois, a despromoção da equipa de futebol do histórico clube do Barreiro acabaria mesmo por consumar-se e desta forma é com novo Presidente e nova Direcção que o Fabril abordará o regresso a uma dispensável realidade de competir fora da égide nacional, reeditando ainda assim um histórico derby do futebol português frente ao Barreirense, mas agora na disputa da I Divisão da AF Setúbal. Entre estes dois conjuntos, apenas um poderá ter a possibilidade de regressar ao Campeonato de Portugal...

quarta-feira, 28 de junho de 2017




São raros os casos dos futebolistas que aos 17 anos já haviam representado dois clubes tão notabilizados quanto o Liverpool e o Benfica como é o caso de Joedson Silva, conhecido no meio futebolístico como John Silva, jovem médio/avançado detentor de dupla nacionalidade, brasileira mas também portuguesa devido aos anos em que residiu no nosso País ao qual chegou ainda em idade de formação antes de experimentar Inglaterra. Cedo John, de 22 anos, deixou o Brasil natal em busca de tornar-se futebolista profissional que o levou a ter jogado já em cinco diferentes países.

Para já, o jovem avançado que pode também actuar sobre as alas ou mais recuado, sobre as costas do avançado, parece ter estabilizado na Grécia, nação à qual chegou no início da época para reforçar o DOXA Dramas, etapa mais recente de um percurso iniciado ainda no seu país de onde passou para o nosso País para representar Pescadores da Costa da Caparica e Vitória de Setúbal antes de convencer o Liverpool, seguindo-se Benfica, Belenenses e em seguida a entrada no futebol sénior para representar o Febres.

Após essa experiência no futebol distrital, John Silva viajou para os EUA para competir no Boston United até finalmente chegar ao futebol helénico, onde se vem destacando no emblema que se situa no nordeste da Grécia, bem junto à Macedónia (chegou mesmo a disputar o Campeonato desse país), e cujo nome significa Glória, podendo mesmo esse ser o caso para o jovem luso-brasileiro que lutou para celebrar a promoção à Football League, segundo escalão do futebol grego, numa tentativa de recuperar da desvantagem que o separava do líder do Grupo 1 da Gamma Ethniki.

Esse escalão, a terceira divisão do país, foi conquistado pelo Apollon Kalamarias, adversário que chegou a estar ao alcance do DOXA. Com esse objectivo em vista, John constituiu uma das setas apontadas à baliza adversária numa competição que ainda teve uma paragem competitiva de três semanas. 


Atenção ao Chile… mas ao alcance

Mereceria todo o respeito apenas e só por se apresentar como o bicampeão da Copa América. Uma competição complicada de explicar ou de se descrever mas que se compreende no momento em que se realiza - por vários dias em consecutivo produz um futebol que deixa saudades. Com efeito, quem assiste à Copa América, muito embora o público em geral comente com maior fervor as carreiras dos mais mediáticos Argentina e Brasil por serem mais populares, perceberá que neste momento a variedade em termos de oferta futebolística é maior.

Com efeito, a equipa que mais tem fascinado na América Latina nos últimos dois a três anos tem sido mesmo a campeã em título e com essa realidade bem ciente neste momento o Chile surge como o grande ’outsider’ pela Taça das Confederações, com Vidal provavelmente como o seu melhor jogador da prova e excelentemente secundado por valores como Vargas, Alexis Sánchez e Aranguiz.

A qualidade deste Chile denota-se até pelo facto de nem sequer contar com valores que poderiam acrescentar valia atacante como o criativo Jorge Valdivia ou o promissor goleador Angelo Henriquez, ambos fora dos 23 convocados. Selecção perigosa mas ainda assim claramente ao alcance de Portugal sendo que a Selecção Nacional se baterá com esta Roja já na próxima 4ª feira para disputar a meia-final da competição.

terça-feira, 27 de junho de 2017




Mesma geração, jogadores diferentes… mesmos erros

Hoje conhecida como a ‘geração Rui Jorge’ e com uma longuíssima série sem derrotas, o maior elogio que poderá ser dado estará no período que atravessou sem consentir qualquer desaire. Ainda assim, o que aconteceu a vários destes atletas num anterior Mundial sub-20, em 2015 e ainda sem estarem sob a ’égide’ de Rui Jorge, não acabou por representar, pelos vistos, uma lição para esta geração agora no final da sua sub-21, a geração de 95. Vejamos então que sucedeu no Mundial sub-20 realizado dois anos antes na Nova Zelândia precisamente por este escalão etário de atletas… e descubra as diferenças:

Nessa altura, a eliminação frente ao Brasil, que realmente foi inferior a Portugal durante todo o jogo, não surpreendeu pelo menos quem tenha acompanhado todos os desafios dessa geração que agora termina o seu percurso nas selecções jovens e já desde o primeiro desafio nessa competição já esquecida no tempo que o problema da ineficácia era evidente. Desse certame, a Selecção Nacional mudou quase por completo - André Silva e Gelson Martins desenvolveram-se a ponto de serem já opção na Selecção A e vários outros perderam espaço, sendo rendido por outras soluções.

Ao contrário de vitórias naturais, Portugal adensou os seus problemas internos

O que acontecia nesse período é que a diferença de qualidade para os outros adversários era tão gritante que muito embora a equipa falhasse 10 golos haveria sempre 1 ou 2 remates a entrar e por isso a 'crítica' foi deixando passar esse problema. No primeiro jogo contra o Senegal, por exemplo, o 3-0 acaba por ser quase ridículo tendo em conta o volume ofensivo que Portugal conseguiu. Se a equipa estivesse realmente eficaz a finalizar ter-se-ia chegado aos 8 que a Alemanha ‘deu’ às Ilhas Fiji com naturalidade.

Chegando a uma determinada fase, ou se marca ou se arrisca a estar fora...e acabou por ser esse o problema associado a uma defesa que não progrediu em termos qualitativos e que Rui Jorge não soube reforçar. Da equipa de há dois anos, mantiveram-se Pedro Rebocho, Francisco Ramos (não foi sequer utilizado) e Gonçalo Guedes.

No restante, poucas opções de valia para o sector defensivo (onde estavam jogadores como Domingos Duarte, que regressou ao Sporting após bem sucedido empréstimo ao Belenenses, Rafa Soares e Nélson Monte, que representaram o Rio Ave na época transacta, ou até João Nunes, que representa o Lechia Gdansk precisamente na nação em que ainda se disputa a competição, na Polónia?

Escolha claramente discutível do seleccionador, que se fez acompanhar por defensores sem o ‘andamento’ necessário para uma competição como o Euro sub-21 ao terem sofrido cinco golos em três desafios e com isso perdido quaisquer dificuldades de discutir a qualificação.

segunda-feira, 26 de junho de 2017




EMF Campeonato da Europa - Tão perto de evitar a sina

O objectivo há muito estava definido e era bem concreto e passava por obter um feito nunca antes conseguido e que passava por pela primeira vez ao fim de três participações um inédito apuramento para os oitavos-de-final do Campeonato da Europa de MiniFootball - foi para obter essa meta que incidiu toda a participação da equipa eleita pela Associação Portuguesa da modalidade, preparação essa que nunca fui tão profissionalizada, tão bem esquematizada quanto ao momento actual, deixando também a prova de um crescimento sustentado da variante no nosso País.

A meta de ultrapassar a fase de grupos, mais do que um objectivo desportivo, surgia como uma ambição até emocional tendo em conta que um ano antes na edição transacta do Europeu Portugal ficou afastado desse objectivo por um mero golo. Agora em 2017, ainda antes do apito inicial para a primeira partida, poderia afigurar-se como seguro que devido aos dois estágios de preparação, a participação em torneios internacionais e à realização de toda uma época regular ao nível das SuperLigas e torneios nacionais nunca a equipa nacional havia surgido a um nível tão elevado.

No entanto, a sorte não esteve do lado de Portugal que mesmo na melhor condição futebolística do seu curto historial acabou inserido num grupo que oferecia poucas possibilidades de apuramento, o poderoso Grupo D, composto ainda pelo até então campeão europeu Cazaquistão, a selecção mais titulada do plano internacional, a Roménia, e ainda que ao alcance da equipa nacional a mais experiente. Ainda assim, pôde contar-se com uma prestação de mérito numa prova surpreendentemente conquistada pela Rússia. Analise-se cada desafio individualmente:

1ª jornada, vs Cazaquistão - Resultado marcado por pouco menos de dois minutos de desconcentração defensiva nos quais o campeão europeu em título aproveitou para aplicar uma vantagem preciosa através dos dois atletas que mais se destacaram, Akhmetsharipov (posicionamento exímio e letal a finalizar) e Taibassarov (detentor de grande velocidade, mesmo com a bola controlada). No tempo que antecedeu os dois golos e no período que se seguiu, a equipa nacional conseguiu aplicar uma réplica para muitos inesperada.

Na grande parte do tempo jogado, Portugal subjugou o Cazaquistão ao seu meio-campo numa exibição colectiva sem valores individuais a destacar e a dominar aspectos estatísticos como a posse de bola e o número de remates. Esse balanceamento ofensivo acabou por revelar-se nefasto para a própria equipa que no seguimento de uma bola parada em que esteve muito perto de marcar - remate de meia distância travado por um emaranhado de pernas na defesa cazaque - sofreu o 3-0 final numa eficiente contra-ataque trabalhado pelos inspirados Akhmetsharipov e Taibassarov.

2ª Jornada, vs Roménia - Após a excelente imagem ao nível da postura em jogo deixada frente ao Cazaquistão, seguia-se a igualmente poderosa Roménia num desafio que ofereceria um panorama completamente distinto - mais fechado e com Portugal a demonstrar uma capacidade no processo defensivo que não havia conseguido exibir no desafio inaugural. Conjunto muito coeso no equilíbrio em temos de posicionamento e muito eficaz no processo defensivo, conseguido não apenas evitar que a Roménia marcasse como inclusivamente impedir que criasse situações de golo relevantes.

Sempre que a Roménia encontrou espaço para visar a baliza portuguesa, Fábio Kareca correspondeu, demonstrando segurança emocional juntamente com técnica e colocação apuradas entre os postes, destacando-se por atempadas ‘manchas’ que retiravam espaço aos atacantes romenos no momento do remate, assumindo-se como a grande figura individual da equipa neste desafio especialmente quando esta disputou os minutos finais com menos uma unidade mercê das expulsões de José Carlos e até do próprio seleccionador, David Martins.

Como consequência, Portugal atacou em menor quantidade mas até poderia ter vencido nos instantes finais através de um contragolpe conduzido e finalizado por Rui Sanches. Assim, um resultado que foi histórico - inédita igualdade perante um adversário com incomparável historial acabou por saber a pouco e até condicionar as ambições futuras de Portugal na competição.

3ª jornada - vs Grécia - Verdadeira final para as duas equipas que entravam em campo no último encontro de toda a fase de grupos (partida realizada, por isso, a um horário mais adiantado) cientes de que uma vitória permitiria obter 4 pontos e o imediato apuramento para os oitavos-de-final na condição de um dos melhores terceiros classificados. Objectivo português à distância de um golo e que em nada pressionou a equipa que realizou frente aos helénicos a melhor prestação englobando os três desafios.

Enorme estabilidade emocional numa 1ª parte de valores equiparados entre duas equipas obrigadas a vencer mas ao mesmo tempo proibidas de sofrer golos. Ainda assim, Portugal apresentou sempre maior qualidade ofensiva e apenas não saiu para intervalo em vantagem devido a um par de excelentes intervenções do guardião grego Zachos, sendo que na 2ª parte o seu companheiro Xanthos nada poderia fazer para evitar o merecido golo luso, conseguido através de um livre lateral bem trabalhado (cruzamento tirado pela esquerda com cabeceamento de pronto ao primeiro poste).

Portugal realizava uma prestação amplamente merecedora de apuramento, com várias prestações individuais de monta - realce para Rui Sanches, que aliou potência física suficiente para ganhar constantemente os confrontos directos com os ‘pivots’ gregos à habilidade na bola parada com um notável cruzamento para o golo -.

A Selecção Nacional de MiniFootball acabaria apenas traída pelos instantes finais nos quais a equipa de arbitragem concedeu mais de três minutos de acréscimo e nesse momento Portugal apresentava-se já em perda física, o que se denotou nas brechas defensivas visíveis nos dois golos que garantiram a passagem à Grécia, que se projectou no ataque em busca da reviravolta e logrou-a quando nada já o faria prever e depois de ter sido dominado na maior parte do tempo de jogo.

Para além das já mencionadas prestações de Fábio Kareca (baliza inviolada frente à Roménia) e Rui Sanches (praticamente imbatível a defender e apresentou atributos na bola parada), são também merecedoras de relevo as seguintes prestações:

De assinalar as exibições de Ricardo Gomes (o mais jovem elemento da comitiva e detentor de um colocado pé esquerdo), Pedro Vieira (também estreante, muito agressivo e a oferecer variedade de soluções na reposição lateral), João Paulo (experiente, não desperdiçou a oportunidade de que dispôs para finalizar ante a Grécia) e João Bailão (emprestou qualidade ofensiva à equipa no derradeiro desafio, quase apontando o melhor golo da prova num remate acrobático travado por o que poderá ter sido a melhor defesa de todo o Europeu, intervenção plena de reflexos de Aris Zachos).

Em suma, Portugal falhou a sua demanda por um golo ('bastaria' apontar um golo à Roménia ou conseguir segurar o jogo no último minuto ante a Grécia), mas voltou a exibir evolução competitiva promissora para um futuro imediato.

domingo, 25 de junho de 2017



Apesar da utilidade que representou a sua contratação - pode desempenhar funções diversas na defesa - João Rocha não conseguiu fazer face às persistentes lesões, algumas de ordem muscular, o que conduziu à sua saída no Loures. Tendo em conta as várias lesões que assolaram alguns dos sectores da equipa preto e amarela, Rocha poderia ter a sua oportunidade na equipa...não tivesse feito constantemente parte do rol de lesionados.

Foi devido a esse problema que acabou por desvincular-se e passar a representar o Alverca, onde o defesa central de 25 anos que alinha também como lateral esquerdo pôde voltar a competir e assim que o fez suscitou a atenção do Coruchense que assegurou a sua contratação apesar de João Rocha, que dividiu a pretérita temporada entre o Loures, no Campeonato de Portugal, e o Alverca, na Pró-Nacional da AF Lisboa, ter estado na órbita de outros conjuntos a ponto de ainda dias antes ter sido oficialmente apresentado como reforço do Sacavenense para a nova época.

Apesar disso, o defensor de 25 anos terá dado primazia à superior oferta financeira que lhe foi colocada pelo Coruchense que terá em Miguel Neves e Rocha dois atletas versáteis capazes de cumprir as posições de defesa central e lateral esquerdo, até porque este último estará completamente refeito dos problemas físicos que o têm assolado em meses anteriores.