terça-feira, 13 de junho de 2017



EMF Campeonato da Europa - Ricardo Gomes

Uma das mais recentes ‘incorporações’ na equipa nacional e o ‘benjamim’ da equipa pelo facto de se constituir o mais jovem atleta do lote de convocados, Ricardo Gomes tem somado minutos com frequência ao serviço de Portugal no Campeonato da Europa de MiniFootball, tendo sido utilizado nas duas jornadas já disputadas ante o campeão europeu em título Cazaquistão e a vencedora de cinco das seis edições já disputadas na prova.

Depois de ser utilizado nesses dois confrontos, o médio de apenas 22 anos assumiu-se novamente como opção para a derradeira jornada da fase de grupos ante a Grécia, na qual Portugal esteve pertíssimo de poder alcançar uma inédita qualificação para a fase a eliminar da competição. Antes de dar início a participação no Euro, o jogador do Florgrade, de Aveiro, classificou as condições de trabalho oferecidas pela Associação Portuguesa de MiniFootball e a qualidade da própria equipa nacional.

Como parte dos estágios e dos convocados de Portugal, quais são as perspectivas para o imediato?

A minha perspectiva passava estar no leque dos convocados, e estando lá… o objectivo era chegar aos 11 convocados.

A maior parte dos jogadores já serão conhecidos e dos que eventualmente não tivessem conhecimento ao final deste tempo já todos treinaram e jogaram em conjunto. Relativamente à qualidade dos jogadores que conhecia melhor ou um pouco menos, até que ponto Portugal pode elevar as expectativas relativamente á participação no Europeu?

Acho que esta base está mais forte. Já estive em anteriores torneios e convocatórias e acho que a base está mais forte do que as anteriores. Acho que a equipa está muito bem preparada, para mim estiveram nos estágios os melhores jogadores e dentro desses 18, 19 esses são os melhores e mais bem preparados para levar Portugal ao Europeu.

Como parte de uma das equipas mais bem sucedidas e de maior tradição no MiniFootball em Portugal, o Florgrade, pode entender-se que provir de uma equipa tão competitiva e habituada a grandes exigências na modalidade pode trazer algum tipo de vantagem e ter garantido a presença nos convocados?

Não pode, pois aqui não há titulares e por isso partimos todos por igual e parte de cada um dos Misters que acharam que devem levar os 11 melhores, agora claro que acho que isso pode ajudar pois no Florgrade estivemos em competições europeias, fomos a primeira equipa a fazê-lo, e por isso sabemos o que encontramos no Europeu.

Já jogámos contra as equipas da Roménia e acho que tudo isso também pode ajudar. Parti onde todos começámos e começámos todos a partir do mesmo nos estágios e cabem as decisões aos treinadores, são eles que tomam decisões e a partir daí é com eles.